terça-feira, 27 de setembro de 2011

REMANEJAR POVO DE UMA ESTAÇÃO PARA OUTRA, NÃO RESOLVE: É PRECISO CONSTRUIR MAIS KMs DE LINHAS NOVAS








27/09/2011

Estações República e Luz do metrô lotam com horário ampliado

RAPHAEL VELEDA
RICARDO SCHAWRZ
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Mesmo com a ampliação do horário de funcionamento divulgada de última hora, as estações Luz e República da linha 4-amarela do metrô lotaram ontem (26).

A estimativa da ViaQuatro, que administra a linha, é que entre 100 mil e 130 mil pessoas usem as estações por dia. Elas passaram a funcionar das 4h40 à 0h durante a semana e até a 1h aos sábados. Ainda não há previsão de abertura aos domingos.

A ampliação do horário foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) pelo Twitter (rede de relacionamento na internet), na noite de sexta-feira. A data inicial de ampliação era a próxima quinta, dia 29.

No trecho percorrido ontem pela Folha, a estação Paulista (centro) era a mais congestionada. Por volta das 18h45, os passageiros levavam 15 minutos para percorrer 200 m e fazer a transferência para a estação Consolação da linha verde.

Almeida Rocha/Folhapress

Passageiros fazem integração entre a CPTM e as linhas 1-azul e 4-amarela do metrô de SP, na estação Luz

Funcionários da ViaQuatro orientavam os usuários na baldeação. "Essa linha amarela sempre estressa", gritou um passageiro em meio à caminhada lenta.

Dos 50 usuários ouvidos pela reportagem, apenas seis sabiam que as estações recém-inauguradas agora funcionam em horário integral. "Meu filho, que saiu cedo para a escola, me avisou que estava funcionando", contou a ilustradora Anelise Amaral, 45, que mora na Vila Madalena (zona oeste) e trabalha perto da República (centro).

"Eu estava atrasada, usei o metrô e cheguei mais cedo ao trabalho". Ela costumava fazer o trajeto de ônibus.

OBS: ESTÃO QUERENDO TAPAR O SOL COM A PENEIRA: FALTAM INVESTIMENTOS NO AUMENTO DAS LINHAS EM KM. A CIDADE DE SÃO PAULO ESTÁ MUITO ATRASADA EM RELAÇÃO A OUTRAS GRANDES CIDADES. É PRECISO CONSTRUIR AINDA MUITOS KMs.

ESSA DECLARAÇÃO DO DEPUTADO ROQUE BARBIERE, AINDA VAI DAR O QUE FALAR.








26/09/2011

Venda de emendas faz Alckmin pedir estudo para divulgar indicações

DE SÃO PAULO

Após a denúncia de que até 30% dos deputados venderiam emendas do governo paulista, Geraldo Alckmin encomendou estudo para tornar pública a autoria das indicações que resultem na remessa de recursos para custeio de entidades e execução de obras em redutos eleitorais, informa o "Painel", editado por Renata Lo Prete e publicado na Folha desta segunda-feira (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O tucano planeja identificar, inclusive na internet, os padrinhos de cada convênio assinado --hoje, as publicações oficiais só mencionam os beneficiados, omitindo os mediadores.

Duas hipóteses são avaliadas: a inclusão dos aditivos já na votação do Orçamento-2012ou a mera citação dos parlamentares responsáveis pelos ofícios acolhidos pela Casa Civil.

Segundo o deputado estadual Roque Barbiere (PTB), colegas da Assembleia Legislativa de São Paulo enriqueceram vendendo emendas parlamentares e fazendo lobby para empresas.

A acusação do deputado foi feita em depoimento dado ao jornal "Folha da Região" de Araçatuba no dia 10 de agosto.

OBS: DECLARAÇÕES DO GOVERNADOR NÃO LEVAM CRÉDITO: EM CAMPANHA ELE PROMETEU RESOLVER O ROUBO QUE SOFREMOS COM OS PEDÁGIOS ABUSIVOS. E O QUE FEZ, FOI MUDAR O CRITÉRIO DE CORREÇÃO DOS VALORES, PARA 2012, SAINDO DO IGPM PARA O IPCA. RIDÍCULO. NOS FAZ LEMBRAR AQUELA FIGURA DA HISTÓRIA, QUE A CADA MENTIRA, LHE AUMENTAVA O NARIZ.

ALGUMA COISA ESTÁ ERRADA: DUAS MATÉRIAS QUE DEVERÍAM SER REFORÇADAS, TERÃO SUAS AULAS REDUZIDAS !!!

27/09/2011
Governo de São Paulo corta aulas de português e matemática
DE SÃO PAULO

O governo de São Paulo finalizou projeto de mudança no ensino médio, a ser implantado já em 2012. Português e matemática perdem espaço para outras matérias como espanhol, física e sociologia.

A informação é da reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição desta terça-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

De acordo com o texto, outra alteração é que estudantes do terceiro ano escolherão currículo com uma das três ênfases: linguagem; matemática e ciências da natureza; ou ciências humanas. Hoje, o currículo é praticamente o mesmo para todos.

A possibilidade de escolha valerá aos alunos que concluírem o ensino médio em 2014. Em outubro, a Secretaria da Educação definirá se o projeto será alterado. A secretaria não se pronunciou sobre o tema.

Apesar da redução das aulas de português e matemática, todos os estudantes terão carga maior de física, química, filosofia e sociologia, que hoje chegam a ter apenas uma aula semanal.

OBS: COM A PALAVRA OS AGENTES DA EDUCAÇÃO, OS PROFESSORES.

DIANTE DE UMA SITUAÇÃO INCERTA, GOVERNO DEVE FISCALIZAR MAIS NOSSAS IMPORTAÇÕES











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Último Segundo Economia

Após IPI para carros, outros setores querem proteção contra China

Indústria têxtil e de equipamentos elétricos também reivindicam a adoção de medidas compensatórias

Claudia Faccchini, iG São Paulo | 27/09/2011


Foto: Divulgação Ampliar
Indústria brasileira quer maior proteção contra importações chinesas
Depois que o governo elevou o IPI para carros importados, só deve crescer a fila de representantes de associações que deverão percorrer os gabinetes de Brasília, munidos de reclamações contra os desequilíbrios cambiais e as importações predatórias da Ásia.

Anunciado na semana passada, o aumento do imposto para as montadoras que não têm fábricas no País abriu precedentes para que outros setores, que também sofrem com as importações da China, reivindiquem medidas para protegê-los.

As propostas não incluem necessariamente a elevação do IPI, como a adotada para o setor automobilístico, mas outras medidas compensatórias, como desoneração para os fabricantes nacionais, aumento do Imposto de Importação ou aplicação de tarifas antidumping.

A indústria têxtil e os fabricantes de equipamentos são dois setores que se julgam prejudicados pela taxa de câmbio e que tentam sensibilizar o governo para o problema da perda de competitividade das empresas nacionais.

“Nós estamos competindo com as importações asiáticas há muito tempo”, afirma Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria têxtil (Abit). Segundo ele, não seria uma questão de pedir o mesmo tratamento dado às montadoras. “Mas há medidas que poderiam ser adotadas”, diz Pimentel, que elogiou os esforços do governo brasileiro para a adoção do “"antidumping cambial" pela Organização Mundial do Comércio (OMC) .

O mecanismo permitiria que as nações cobrassem tarifas adicionais para os produtos importados de países cujas taxas de câmbio desrespeitasse uma determinada faixa, que viria a ser estabelecida pela OMC.

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) também quer que o governo tome medidas para proteger o setor dos desequilíbrios cambiais. A entidade já apresentou há cerca de três meses um conjunto de propostas ao governo, mas ainda não foi atendida.

Uma das medidas propostas é a cobrança de Imposto de Importação de 35% para equipamentos de distribuição, geração e transmissão de energia elétrica para que os fabricantes nacionais tenham condições de participar das licitações das obras de infraestrutura.

Segundo a entidade, não há imposto para as importações feitas na Amazônia Ocidental, o que permite que as obras nessa região sejam feitas com equipamentos importados.

A Abinee também quer que o BNDES aumente a exigência do índice de nacionalização para a concessão de crédito para produção e aquisição de máquinas e equipamentos novos (Finame), elevando o índice dos atuais 60% para 75%.

OBS: EXPORTAMOS MINÉRIO DE FERRO E IMPORTAMOS MUITA QUINQUILHARIA. É HORA DE FAZER UMA VERIFICAÇÃO NOS ITENS IMPORTADOS. MUITA IMPORTAÇÃO PODE SER FABRICADA AQUI. É UMA FORMA DE SE GARANTIR OS NÍVEIS DE EMPREGABILIDADE NA INDÚSTRIA NACIONAL.

SE OS AGENTES POLÍTICOS ESTIVEREM FAZENDO UM BOM TRABALHO, QUAL É O PROBLEMA ?




Ministro defende nomeações de filiados ao PDT

27 de setembro de 2011
ANDREI NETTO, CORRESPONDENTE / PARIS - O Estado de S.Paulo

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou ontem que seu ministério não tem "apenas 10", mas muitos mais militantes de seu partido, o PDT, nomeados para cargos de confiança. Em Paris, para participar da reunião de ministros do Trabalho do G-20, Lupi voltou a se defender das suspeitas de aparelhamento.

Dizendo-se "ministro da confiança" da presidente Dilma Rousseff, Lupi disse que não tem apenas 10 militantes do PDT na cúpula do ministério. "O Ministério do Trabalho tem 600 cargos de confiança. Eu tenho muito mais do que 10. Não tenho só 10, não. Está errado. Podem aumentar", afirmou.

Questionado sobre quantos são, disse não saber responder. "Não sei, mas é mais do que 10." Segundo Lupi, sua gestão sofre uma tentativa de "criminalização da política". "Ninguém pode ser criminalizado por ser filiado a um partido político", argumentou. "A ditadura é que era contra os partidos."

Indagado se as nomeações não configuravam o aparelhamento do ministério, ele respondeu referindo-se a outros ministérios e governos. "Como é com os ministérios do PMDB? Como é com as secretarias do governo do PSDB em São Paulo? Claro que é igual. É igual na Europa, em qualquer parte do mundo."

O ministro disse ainda não conhecer o conteúdo da reportagem do Estado sobre os repasses de R$ 11 milhões às centrais sindicais - mesmo as impedidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) de receber os recursos - e considerou a discussão sobre os repasses aos sindicatos como "pequena".

"Antes os convênios eram feitos pelo Estado de São Paulo. Como acabou o convênio, agora fazemos direto", justificou. "É uma discussão tão pequena, mas tão pequena... O que eu quero saber é dos resultados do ministério."

OBS: O MINISTÉRIO DO TRABALHO COM CARLOS LUPI Á FRENTE, JÁ HÁ AOS, VEM PRODUZINDO BONS TRABALHOS. ELE ATUA NA MELHORA DO EMPREGO E RENDA DOS TRABALHADORES. SE HOUVER ALGO A SER CORRIGIDO, QUE SE CORRIJA. MAS NOMEAR AGENTES POLÍTICOS DE SEU PARTIDO E QUE ESTEJAM PRODUZINDO BOM TRABALHO NÃO TEM NADA DE ILEGAL.

PETRÓLEO EXTRAIDO A 300KM DO LITORAL, DEVE SER PARTILHADO ENTRE TODOS OS ESTADOS E MUNICÍPIOS

UOL
27/09/2011

Dilma deixa aos Estados acordo sobre royalties
VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff aceitou ceder mais R$ 450 milhões na divisão da receita de tributos do petróleo em 2012, mas decidiu também que agora cabe aos Estados produtores e não produtores a negociação final do tema.

Segundo assessores, Dilma avalia que cedeu no que era possível e que agora a "discussão é entre eles", não cabendo à União dizer quanto os Estados produtores devem perder no debate sobre royalties.

A posição do Planalto será levada hoje aos parlamentares em reunião no Ministério da Fazenda como sua proposta final.
No total, a União abriria mão de R$ 1,250 bilhão, sendo R$ 800 milhões de royalties e R$ 450 milhões de participação especial, tributo cobrado dos campos mais produtivos.

A fatia do governo federal nos royalties cairia de 30% para 20%, e na participação especial, de 50% para 46% em 2012.
A Folha apurou que a União manterá a proposta de reduzir a parte de royalties dos Estados produtores de 26,25% para 25%.
Desistiu, porém, de endossar a ideia dos não produtores de baixar essa parcela ainda mais, para 20%, e cortar em quatro pontos percentuais a fatia dos produtores na participação especial, de 40% para 36%.

Os governadores de Estados não produtores defendiam que Dilma arbitrasse as negociações, impondo mais perdas aos produtores (Rio, Espírito Santo e São Paulo).
O governo manteve sua posição contra as propostas dos produtores de elevar a alíquota do royalty do pré-sal de 15% para 20%, elevar a receita cobrada de participação especial e retirar receita do futuro fundo social para destinar os recursos às regiões não produtoras.

Os Estados correm contra o tempo na busca de um consenso antes da votação do veto do ex-presidente Lula à proposta aprovada no ano passado chamada de emenda Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
O deputado conseguiu aprovar uma distribuição mais igualitária dos royalties do pré-sal, prejudicando os Estados produtores, que hoje recebem uma parcela maior da receita devido aos impactos causados pela extração de petróleo.

OBS: O VETO DO EX-PRESIDENTE LULA ESTÁ CORRETO. NOSSO PETRÓLEO DA PLATAFORMA CONTINENTAL DEVE SER PARTILHADO. É DE TODOS OS BTASILEIROS.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

DILMA FAZ REFLEXÃO DE SUA PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO DA ONU: SOMOS MAIS RESPEITADOS LÁ FORA.






‘Somos mais respeitados lá fora’
Redação Carta Capital

26 de setembro de 2011 às 11:41h


Presidenta Dilma Rousseff participa da Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear na ONU. Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da Republica
Em seu primeiro programa semanal depois do discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta segunda-feira 26, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que as opiniões do Brasil estão sendo cada vez mais respeitadas lá fora. E reforçou que os países ricos são os principais responsáveis pela crise econômica atual.

No Café com a Presidenta, Dilma comentou que se disse honrada por ter aberto o discurso e que voltou muito animada. “Levamos para o mundo as nossas experiências, as nossas ideias e a nossa forma de encontrar soluções para os problemas”, disse ela. Dilma destacou o modo como o Brasil tem reagido à crise econômica. “O Brasil está mostrando ao mundo que é possível fazer a economia crescer e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas melhorem de vida”.

A posição defendida pelo país, na semana passada, durante o encontro em Nova York é que a saída para a crise econômica mundial seja discutida por todos os países, de forma conjunta.

Uma bronca em cor-de-rosa
Presidenta puxou as orelhas de Washington
Dilma defende Estado da Palestina na ONU
Brasil quer ajudar Europa a sair da crise
Dilma cobra controle sobre guerra cambial.

“É claro que os países desenvolvidos têm uma responsabilidade muito maior, porque foi lá que a crise começou. Mas todos os outros países sofrem as consequências de alguma forma, ainda que indireta. Então, todos devem ter o direito de participar das soluções”, ressaltou.

A presidenta lembrou também da sua participação na reunião de Alto Nível

A presidenta Dilma Rousseff, durante discurso da Assembleia Geral da ONU. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, na qual incentivou a quebra de patentes de remédios pela indústria farmacêutica e divulgou o programa Farmácia Popular.

No discurso de abertura, Dilma Rousseff deu um “puxão de oelha” nos países ricos, ao responsabilizá-los sobre a crise econômica e desemprego e cobrou mais ação política em sua contenção. Além disso, tocou na questão do reconhecimento palestino e dos conflitos protagonizados pelos Eua de forma incisiva

OBS: A CADA DIA QUE PASSA, O BRASIL SE AFIRMA MAIS E MELHOR. DILMA SENTIU ISSO. JÁ VAI LONGE O TEMPO EM QUE MEIA DUZIA DE PAÍSES "GRANDES" DITAVAM AS NORMAS NA ONU. O TEMPO DELES JÁ PASSOU. AGORA, EXISTEM MUITOS PAÍSES INFLUENTES, BRASIL NO MEIO.