Este é o blog do PT de Indaiatuba. Um espaço para a nossa militância se informar e compartilhar experiências!
domingo, 6 de maio de 2012
UMA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA EM NOSSA CIDADE.
Geraldo Garcia erra mais uma vez e estraga festa da vizinha Indaiatuba
Inaugurações em Indaiatuba viram palco para protestos de servidores públicos de Salto, em greve há mais de 50 dias
Texto: Simone Santos
Nem o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); nem o prefeito de Indaiatuba Reinaldo Nogueira (PMDB); nem o deputado Estadual Rogério Nogueira e muito menos vereadores, secretários e demais autoridades de Indaiatuba podem ser considerados as estrelas de três inaugurações ocorridas nesta sexta-feira (4/05), em Indaiatuba. As estrelas da cerimônia ocorrida na tarde desta sexta-feira foram mesmo os funcionários públicos de Salto, em greve há mais de 50 dias e o prefeito da Estância Turística, José Geraldo Garcia.
Era para ser uma bela festa, com pompa e circunstância. Mas cerca de 40 servidores públicos municipais de Salto compareceram ao evento, ocorrido na Escola Estadual do Jardim Colonial, em Indaiatuba, solicitando a ajuda do governador para resolver uma greve que já deveria ter chegado ao fim.
O resultado é catastrófico em se tratando de ano de eleições. A manifestação, embora pacífica, mostrou que a greve escapou totalmente das mãos do prefeito Geraldo Garcia e transformou a palavra ‘negociação’ em sinônimo de incompetência administrativa, bem esfregada na face de Geraldo Alckmin.
A manifestação foi organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Salto (SSPMS), com apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Indaiatuba (SSPMI). Cerca de 40 servidores participaram do ato. “Os servidores chegaram num ônibus e foram se postando na frente do palanque, com faixas solicitando uma negociação entre Prefeitura de Salto e servidores”, conta Jaciara Lages Dutra, presidente do SSPMI.
Tenso
A manifestação foi pacífica. Nenhuma autoridade policial interferiu no ato e os funcionários permaneceram no local durante toda a cerimônia de inauguração, sem qualquer incidente. Mas, em especial, dois momentos foram marcados pela tensão gerada pela falta de diálogo: o discurso de Alckmin e a chegada do prefeito Geraldo Garcia ao local.
Nenhuma autoridade tocou no assunto durante seus discursos, mas as fotos registram a face desalentadora de algumas autoridades presentes ao palanque.
Nas faixas, erguidas pelos servidores, pedidos como: “1% é muito pouco! Não podemos aceitar: negocia Geraldo Garcia”, “Servidores Públicos em greve há mais de 45 dias pedem NEGOCIA GERALDO GARCIA: 1% É MUITO POUCO”.
Encontro Tardio
Depois de mais de 50 dias, Geraldo Garcia chamou os servidores para conversar na tarde dessa sexta-feira (4), às 15h30, em Salto. Uma fatalidade a conversa ser apenas pós-inauguração! Até o fechamento dessa matéria, a reunião entre representantes da Prefeitura de Salto e Sindicato dos Servidores ainda se arrastava a portas fechadas.
Há possibilidades reais de um acordo nesta reunião. Mas, tarde demais! Em mais um erro político, o prefeito Geraldo Garcia estragou a festa da vizinha Indaiatuba: virou o centro das atenções, despertou ódio das autoridades locais e ainda fez com que o público presente ao evento esquecesse o que o Governo do Estado de São Paulo e o Governo de Indaiatuba estavam comemorando ali: a inauguração da Escola Estadual do Jardim Colonial, a nova Delegacia de Polícia de Indaiatuba e o complexo viário de acesso ao Distrito Industrial de Indaiatuba.
OBS: 1- HOJE FOI A VEZ DE GERALDO GARCIA, PREFEITO DE SALTO. FOI "SAIA JUSTA".
O PESSOAL DE SALTO ESCOLHEU UM MOMENTO MUITO ESPECIAL. JÁ FOI O TEMPO EM QUE OS GREVISTAS PROMOVIAM ATOS EM SEUS LOCAIS DE TRABALHO. HOJE, MARCAM POSIÇÃO EM SOLENIDADES PÚBLICAS, JUNTO Á "TURMA DO PALANQUE".
OBS:2- MAS NÃO PODEMOS ESQUECER A FORMA COMO FOI TRATADA A GREVE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS MUNICIPAIS DE INDAIATUBA. FALTA DE DIÁLOGO, PERSEGUIÇÃO A FUNCIONÁRIOS, JACIARA DEMITIDA E DEPOIS READIMITIDA POR FORÇA JUDICIAL. OUTUBRO ESTÁ CHEGANDO. É TEMPO DE RENOVAÇÃO DE MÉTODOS ADMINISTRATIVOS, É TEMPO DE DIÁLOGO, DE NEGOCIAÇÃO, DE PARCERIAS.
JOVEM ESTUDANTE MINEIRO DE GUIRICEMA, "ABAFA" EM VESTIBULAR NA USP
Primeiro lugar em curso mais disputado da USP é de escola pública
Entre os 28% que passaram na universidade tendo sido alunos do sistema público, um foi o melhor no curso mais concorrido
Wellington Ramalhoso, especial para o iG,
em São Carlos
06/05/2012 07:00:42
Passar na Universidade de São Paulo (USP) tendo estudado em escola pública já é difícil - apenas 28% dos aprovados deste ano vieram do sistema público. No curso mais concorrido da instituição, as chances caem. O que dizer então de ser o primeiro colocado na carreira que tinha o maior número de concorrentes por vagas? Foi o que fez Matheus Fidélis da Cunha, um jovem mineiro de 18 anos que obteve que obteve a primeira colocação no curso de Engenharia Civil do campus São Carlos, o mais disputado na última edição da Fuvest, com uma relação de 52,27 candidatos por vaga.
Foto: Wellington Ramalhoso Matheus Fidélis da Cunha na USP São Carlos, a mais de 700 quilômetros de Guiricema
Nascido na pequena Guiricema, de 8.700 habitantes, situada na Zona da Mata mineira, a 310 quilômetros de Belo Horizonte, Matheus da Cunha teve toda sua formação no ensino público. Na Fuvest, o vestibular da USP, ele contou com pontos de bonificação na nota proporcionados pelo Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP).
Criado em 2006, o Inclusp ainda não conseguiu elevar significativamente o percentual de calouros procedentes do ensino público na universidade. O aumento registrado neste ano veio depois de dois anos de queda e não foi suficiente para retomar o patamar de 30% alcançado em 2009. O índice de 2012 (28%) é pouco superior aos 26,7% registrados em 2005, quando o programa de inclusão ainda não existia.
Dados divulgados pela USP mostram que a procedência escolar do aluno tem relação com a renda familiar: em geral, os estudantes vindos das escolas públicas tem renda mais baixa. No Inclusp, os alunos com renda familiar mensal na faixa de três a cinco salários mínimos representam 28% e formam o maior grupo entre os beneficiados. Na média geral dos calouros da USP, os que estão nessa faixa de renda representam somente 19%.
A trajetória de Matheus mostra uma sequência de bons resultados fundamentados pela educação pública. Em sua cidade natal, ele estudou na escola estadual Galdino Leocádio, da 1ª até a 5ª série; e na escola estadual Prefeito Antonio Arruda, o restante do fundamental. Segundo o campeão da Fuvest, a escola Antonio Arruda é uma referência regional. “O colégio funciona como um polo da região. Lá, para conseguir estudar da manhã, tem que ter as melhores notas. Se você tirar nota pior, se bombar, cai para o turno da tarde. E quem é da tarde, com a melhor nota, vai para a manhã”.
OBS: É ISSO AÍ GENTE. ESTUDANTE CABEÇA FEITA, MORADOR EM CIDADE PEQUENA, APLICADO MAS NÃO FANÁTICO, É APROVADO EM DIVERSAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS E SURPREENDE, POR MOSTRAR PAPEL DOS MESTRES NESSE SUCESSO. OS PROFESSORES DEVEM SER MAIS PRESTIGIADOS E VALORIZADOS. DE SUAS MÃOS E DE SUA ORIENTAÇÃO, BROTAM GRANDES TALENTOS QUE ENRIQUECEM NOSSO PAÍS.
Entre os 28% que passaram na universidade tendo sido alunos do sistema público, um foi o melhor no curso mais concorrido
Wellington Ramalhoso, especial para o iG,
em São Carlos
06/05/2012 07:00:42
Passar na Universidade de São Paulo (USP) tendo estudado em escola pública já é difícil - apenas 28% dos aprovados deste ano vieram do sistema público. No curso mais concorrido da instituição, as chances caem. O que dizer então de ser o primeiro colocado na carreira que tinha o maior número de concorrentes por vagas? Foi o que fez Matheus Fidélis da Cunha, um jovem mineiro de 18 anos que obteve que obteve a primeira colocação no curso de Engenharia Civil do campus São Carlos, o mais disputado na última edição da Fuvest, com uma relação de 52,27 candidatos por vaga.
Foto: Wellington Ramalhoso Matheus Fidélis da Cunha na USP São Carlos, a mais de 700 quilômetros de Guiricema
Nascido na pequena Guiricema, de 8.700 habitantes, situada na Zona da Mata mineira, a 310 quilômetros de Belo Horizonte, Matheus da Cunha teve toda sua formação no ensino público. Na Fuvest, o vestibular da USP, ele contou com pontos de bonificação na nota proporcionados pelo Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP).
Criado em 2006, o Inclusp ainda não conseguiu elevar significativamente o percentual de calouros procedentes do ensino público na universidade. O aumento registrado neste ano veio depois de dois anos de queda e não foi suficiente para retomar o patamar de 30% alcançado em 2009. O índice de 2012 (28%) é pouco superior aos 26,7% registrados em 2005, quando o programa de inclusão ainda não existia.
Dados divulgados pela USP mostram que a procedência escolar do aluno tem relação com a renda familiar: em geral, os estudantes vindos das escolas públicas tem renda mais baixa. No Inclusp, os alunos com renda familiar mensal na faixa de três a cinco salários mínimos representam 28% e formam o maior grupo entre os beneficiados. Na média geral dos calouros da USP, os que estão nessa faixa de renda representam somente 19%.
A trajetória de Matheus mostra uma sequência de bons resultados fundamentados pela educação pública. Em sua cidade natal, ele estudou na escola estadual Galdino Leocádio, da 1ª até a 5ª série; e na escola estadual Prefeito Antonio Arruda, o restante do fundamental. Segundo o campeão da Fuvest, a escola Antonio Arruda é uma referência regional. “O colégio funciona como um polo da região. Lá, para conseguir estudar da manhã, tem que ter as melhores notas. Se você tirar nota pior, se bombar, cai para o turno da tarde. E quem é da tarde, com a melhor nota, vai para a manhã”.
OBS: É ISSO AÍ GENTE. ESTUDANTE CABEÇA FEITA, MORADOR EM CIDADE PEQUENA, APLICADO MAS NÃO FANÁTICO, É APROVADO EM DIVERSAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS E SURPREENDE, POR MOSTRAR PAPEL DOS MESTRES NESSE SUCESSO. OS PROFESSORES DEVEM SER MAIS PRESTIGIADOS E VALORIZADOS. DE SUAS MÃOS E DE SUA ORIENTAÇÃO, BROTAM GRANDES TALENTOS QUE ENRIQUECEM NOSSO PAÍS.
Primeiro lugar em curso mais disputado da USP é de escola pública
Entre os 28% que passaram na universidade tendo sido alunos do sistema público, um foi o melhor no curso mais concorrido
Wellington Ramalhoso, especial para o iG,
em São Carlos
06/05/2012 07:00:42
Passar na Universidade de São Paulo (USP) tendo estudado em escola pública já é difícil - apenas 28% dos aprovados deste ano vieram do sistema público. No curso mais concorrido da instituição, as chances caem. O que dizer então de ser o primeiro colocado na carreira que tinha o maior número de concorrentes por vagas? Foi o que fez Matheus Fidélis da Cunha, um jovem mineiro de 18 anos que obteve que obteve a primeira colocação no curso de Engenharia Civil do campus São Carlos, o mais disputado na última edição da Fuvest, com uma relação de 52,27 candidatos por vaga.
Foto: Wellington Ramalhoso Matheus Fidélis da Cunha na USP São Carlos, a mais de 700 quilômetros de Guiricema
Nascido na pequena Guiricema, de 8.700 habitantes, situada na Zona da Mata mineira, a 310 quilômetros de Belo Horizonte, Matheus da Cunha teve toda sua formação no ensino público. Na Fuvest, o vestibular da USP, ele contou com pontos de bonificação na nota proporcionados pelo Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP).
Criado em 2006, o Inclusp ainda não conseguiu elevar significativamente o percentual de calouros procedentes do ensino público na universidade. O aumento registrado neste ano veio depois de dois anos de queda e não foi suficiente para retomar o patamar de 30% alcançado em 2009. O índice de 2012 (28%) é pouco superior aos 26,7% registrados em 2005, quando o programa de inclusão ainda não existia.
Dados divulgados pela USP mostram que a procedência escolar do aluno tem relação com a renda familiar: em geral, os estudantes vindos das escolas públicas tem renda mais baixa. No Inclusp, os alunos com renda familiar mensal na faixa de três a cinco salários mínimos representam 28% e formam o maior grupo entre os beneficiados. Na média geral dos calouros da USP, os que estão nessa faixa de renda representam somente 19%.
A trajetória de Matheus mostra uma sequência de bons resultados fundamentados pela educação pública. Em sua cidade natal, ele estudou na escola estadual Galdino Leocádio, da 1ª até a 5ª série; e na escola estadual Prefeito Antonio Arruda, o restante do fundamental. Segundo o campeão da Fuvest, a escola Antonio Arruda é uma referência regional. “O colégio funciona como um polo da região. Lá, para conseguir estudar da manhã, tem que ter as melhores notas. Se você tirar nota pior, se bombar, cai para o turno da tarde. E quem é da tarde, com a melhor nota, vai para a manhã”.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
RESPEITO AOS CONTRATOS LEVAM BRASIL A RECEBER MAIS INVESTIMENTOS QUE SEUS VIZINHOS.
1- EVO MORALES 2- CRISTINA KIRCHNER
04/05/2012 - 09h05
Nacionalizações podem deslocar investimentos espanhóis para o Brasil
DA BBC BRASIL
As recentes nacionalizações de empresas espanholas na Argentina e na Bolívia podem empurrar investimentos realizados pelo país europeu na América Latina para o Brasil, preveem especialistas.
Para eles, o Brasil, que já é o principal destino dos investimentos da Espanha na região, se beneficiaria por garantir maior segurança jurídica, além de um quadro econômico e político mais estável comparado ao de seus vizinhos.
"De maneira geral, o Brasil tem um marco regulatório consolidado e assegura maior respeito aos contratos, dando guarida aos investimentos", disse a BBC Brasil Ernesto Lozardo, professor de economia da FGV-EAESP.
O país, que se tornou em 2011 a sexta economia do mundo, com um vasto mercado interno e prestes a sediar vários eventos internacionais de grande porte, já está na rota dos investidores externos que, sem perspectivas de ganhos futuros nas economias dos Estados Unidos e da Europa, buscam mercados mais atraentes para aplicar seu capital.
Segundo dados recentes da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Brasil foi o país latino-americano que mais recebeu investimentos do exterior no ano passado, respondendo por US$ 66,7 bilhões (R$ 128,4 bilhões) ou 43,7% do total de US$ 153,4 bilhões investidos na região, seguido do México, Chile, Colômbia, Peru, Argentina, Venezuela e Uruguai.
Desde 1993 (início da série histórica), segundo dados do Ministério de Economia e Competitividade da Espanha, o Brasil recebeu mais de 30% do volume de investimentos estrangeiros diretos (IED) espanhóis na América Latina.
No ano passado, esse fluxo cresceu, totalizando 4 bilhões de euros (R$ 10,1 bilhões) ou 64% do montante total de 6,3 bilhões de euros investidos pela Espanha no continente.
Descontados os "desinvestimentos" (ou seja, investimentos que foram desfeitos, como venda de ativos, por exemplo), a taxa líquida das aplicações espanholas no Brasil em 2011 ficou em 3,9 bilhões de euros, volume muito superior ao segundo colocado, o México, com cerca de 1 bilhão de euros investidos.
Dados do Banco Central do Brasil confirmam que, em 2011, a Espanha esteve entre os principais investidores no país, depois da Holanda e dos Estados Unidos.
Por outro lado, no ano passado, considerando a mesma taxa líquida de investimentos, a Espanha "desinvestiu" 85,29 mil euros na Bolívia e 1,3 bilhão de euros na Argentina, de acordo com as estatísticas do governo espanhol.
Se depender das empresas espanholas, tal cenário não deve ser alterado neste ano. Segundo o relatório "Panorama de Investimento Espanhol na América Latina 2012", divulgado pelo Instituto de Empresa de Madri em fevereiro passado, 30 das companhias de maior faturamento da Espanha enxergam com pessimismo a evolução de seus negócios em países como Argentina, Bolívia e Venezuela.
Das empresas com filiais nesses três países, somente 15% planejam aumentar sua presença na Argentina em 2012, contra 4% na Bolívia e na Venezuela.
No Brasil, entretanto, o índice é de 62%.
OBS: DIAS ATRÁS, A PRESIDENTE DA ARGENTINA CRISTINA DESAPROPRIOU EMPRESAS ESPANHOLAS. A SEGUIR, A BOLÍVIA DESAPROPRIOU EMPRESAS ESPANHOLAS. COM ISSO QUEM SAI GANHANDO É O BRSIL, QUE RESPEITA COMPROMISSOS ASSUMIDOS.
JUSTÍSSIMA HOMENAGEM AO CIDADÃO LUIS INÁCIO LULA DA SILVA
Ao lado de Dilma, Lula recebe título de doutor honoris causa no Rio
Ex-presidente recebeu a homenagem de cinco universidades públicas fluminenses
iG São Paulo
04/05/2012 12:29:18 - Atualizada às 04/05/2012 13:15:18
Texto:
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira (4) títulos de doutor honoris causa das cinco universidades públicas fluminenses: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). A presidenta Dilma Rousseff participou da cerimônia.
OBS: APÓS TER DADO GRANDE APOIO ÀS UNIVERSIDADES FEDERAIS E CRIADO MAIS DE 100 (CEM) ESCOLAS TÉCNICAS FEDERAIS, EM 8 ANOS DE MANDATO COMO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LULA COMEÇA A RECEBER A JUSTÍSSIMA HOMENAGEM. OS CHAMADOS LETRADOS DO PAÍS, EM 2002 QUANDO LULA FOI ELEITO, NÃO PODIAM IMAGINAR O POTENCIAL SOCIOLÓGICO HARMAZENADO NA CABEÇA DESSE CIDADÃO. HOJE O MUNDO SE CURVA À MAGNÍFICA OBRA PRODUZIDA POR ELE E SUA EQUIPE, E OS BRASILEIROS SE ORGULHAM DESSE MOMENTO QUE VIVEMOS.
AO REDUZIR JUROS, GOVERNO ESTIMULA A ATIVIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL, GERANDO MAIS EMPREGO E RENDA.
Feirões de imóveis da Caixa começam hoje em cinco capitais
Consumidores podem aproveitar reduções nos juros e financiar até 100% do valor do imóvel
04 de maio de 2012
8h 27
Economia & Negócios
SÃO PAULO - Começa nesta sexta-feira (4) a oitava edição do Feirão Caixa da Casa Própria em cinco capitais brasileiras. Até 10 de junho outras oito grandes cidades receberão o evento.
Os consumidores começam a aproveitar a redução de até 21% nas taxas de juros do crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal. Ao todo, a instituição oferece mais de 430 mil imóveis novos, usados e na planta.
Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, "a grande vantagem do Feirão é a possibilidade de se realizar o processo de aquisição do imóvel num único espaço, onde estão, juntos, todos os agentes da cadeia da habitação, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos, responsáveis por analisar e liberar os financiamentos, o que poupa tempo e dinheiro para as famílias".
As linhas de financiamento para a casa própria da Caixa atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 30 anos. Os juros podem variar, dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), de 4,6% ao ano até 9% ao ano, para todas as modalidades de financiamento.
Os interessados na compra de uma moradia vão encontrar oportunidades de negócios com financiamento de até 100% do valor do imóvel. Para quem quer sair do Feirão com imóvel próprio, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.
A oitava edição do evento vai contar com mais de 760 construtoras, quase 400 imobiliárias e 460 correspondentes do banco. A edição anterior do Feirão Caixa da Casa Própria teve movimentação financeira superior a R$ 10 bilhões, em negócios assinados e encaminhados.
Redução de juros
Em abril a Caixa Econômica Federal anunciou redução das taxas de juros em diversas linhas de empréstimos. No crédito imobiliário, para imóveis de até R$ 500 mil no SFH a taxa caiu de 10% para 9% ao ano. Correntistas com conta-salário na instituição podem ter redução maior, de até 7,9% ao ano. Já para os imóveis acima de R$ 500 mil, as taxas diminuíram de 11% para 10% ao ano.
OBS: NOSSA PRESIDENTE DILMA ACERTA MAIS UMA VEZ. ENQUANTO EUROPA PATINA NA RECESSÃO E ESTADOS UNIDOS AINDA NÃO DESLANCHOU COM SUA ECONOMIA, O BRASIL AVANÇA EM BUSBA DE UM CRESCIMENTO MAIS ACELERADO, PODENDO CHEGAR NO FINAL DO ANO A 5%.
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