quarta-feira, 5 de junho de 2013

HADDAD OUVE A POPULAÇÃO, E RETIRA PROJETO POLÊMICO DA CÂMARA

Diego Zanchetta


04.junho.2013 23:58:48

Haddad desiste de vender rua no Itaim Bibi

O prefeito Fernando Haddad (PT) comunicou hoje à Câmara Municipal ter desistido de colocar à venda uma rua sem saída de 589 metros quadrados no Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo.
Acusado de tentar favorecer o mercado imobiliário por vereadores da oposição nas últimas sessões, Haddad retirou de pauta o projeto de lei que autorizava a venda, por R$ 5,83 milhões, da Rua Oswaldo Imperatrice, uma travessa da movimentada Rua Leopoldo Couto de Magalhães, área nobre da capital, onde o metro quadrado chega a custar R$ 20 mil.
A proposta foi apresentada em novembro do ano passado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) e revelada pelo Estado. A gestão Haddad manteve a disposição de concretizar a venda após a transição do governo. O projeto foi colocado na pauta de votação nas duas sessões extraordinárias realizadas na semana passada. No plenário, o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) acusou o governo de “golpe” para favorecer construtoras com a venda.
Segundo moradores e comerciantes da região do Itaim Bibi, a rua seria vendida para a Birmann Empreendimentos, que comprou os terrenos no entorno da via. Na verdade, a empresa gerencia o projeto imobiliário no local para um grupo de investidores, a Faria Lima Traine Properties.
Ontem o líder de governo, Arselino Tatto (PT), comunicou aos vereadores sobre a desistência da venda. “Queria comunicar a todos a retirada de pauta do projeto e seu envio para o arquivo da Casa.”
Logo após o Estado revelar no final de novembro que Kassab pretendia vender a Rua Oswaldo Imperatrice, a Sociedade Amigos do Itaim Bibi entrou com ação na Justiça pedindo liminar para impedir a votação do projeto. O próprio Haddad foi informado na semana passada de que moradores no entorno eram contrários ao negócio e tinham buscado o Judiciário.
O prefeito também teve conhecimento de que a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) apontou que a quantia pedida pela Prefeitura – R$ 5,8 milhões (R$ 9.900, o m²) – não corresponde ao valor de mercado da região. Segundo a entidade, o metro quadrado de um terreno na Avenida Brigadeiro Faria Lima custa o dobro, cerca de R$ 20 mil.


Rua Oswaldo Imperatrice, no Itaim: via seria vendida pela Prefeitura por R$ 5,83 milhões

OBS:1- TIVESSEM TODOS OS NOSSOS EXECUTIVOS ELEITOS,  SENSIBILIDADE PARA OUVIR OS RECLAMOS DA POPULAÇÃO, MUITA ASNEIRA SERIA EVITADA. ESSE PROJETO JÁ ESTAVA NA CÂMARA, ANTES DA POSSE DE HADDAD. ERA UM PROJETO DE KASSAB, QUE FIQUE CLARO !!! OS MORADORES LOCAIS, SABENDO DO PROJETO, E GOSTANDO DO LOCAL, SE POSICIONARAM CONTRA. HAVIA EMBUTIDO NO PROJETO, "INTERESSES ESCUSOS". HADDAD, DECIDIU PELO BOM SENSO E RETIROU O PROJETO E O MANDOU PARA O ARQUIVO. PONTO PARA HADDAD.

OBS:2- NA MATÉRIA PUBLICADA NO ESTADÃO, A MANCHETE "TENTA" VENDER A IDÉIA DE QUE ESSE PROJETO ERA DO HADDAD. SÃO FORMAS SUTÍS DO JORNALÃO DE CRITICAR AS AÇÕES DE UM GOVERNO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES. E HADDAD ESTÁ SÓ NO COMEÇO; TEM CINCO MESES DE GOVERNO. ESTÁ COMEÇANDO MUITO BEM.
 

terça-feira, 4 de junho de 2013

SOCIÓLOGO PORTUGUÊS TECE DURAS CRÍTICAS À SITUAÇÃO ATUAL DA EUROPA.

Internacional

Crise econômica

Sociólogo português diz que Europa criará "Estado de Mal-Estar"

Boaventura de Sousa Santos, diz que o continente está virando “um miniatura do mundo, com países de primeiro, segundo e terceiro mundos”
por Agência Brasil — publicado 11/05/2013 16:17
 
Boaventura de Sousa Santos, em imagem de 2007. Foto: Agência Brasil


A crise econômica está fazendo a Europa deixar de ser o continente em que as políticas sociais diminuem os efeitos das desigualdades econômicas e permitem uma boa qualidade de vida ao conjunto da população. “Querem criar o Estado de Mal-Estar na Europa”, critica Boaventura de Sousa Santos, o sociólogo português mais conhecido no Brasil, fazendo referência ao antigo Welfare State [Estado de Bem-Estar] criado na Europa, a partir do final da 2ª Guerra Mundial (1945).

Segundo Boaventura, a Europa está deixando de ser um continente de primeiro mundo para tornar-se “um miniatura do mundo, com países de primeiro, segundo e terceiro mundos”. Ele se refere ao empobrecimento de alguns países e a falta de proteção aos cidadãos, como acontece em Portugal, na Espanha e na Grécia, mas com reflexos em todo o continente.
Para o sociólogo, o modelo de governança da União Europeia esvaziou-se e o projeto está desfeito de forma irreversível. Ele atribui ao “neoliberalismo” os problemas enfrentados pelo continente, como o desemprego. “Esta crise foi criada para destruir o trabalho e o valor do trabalho”, disse, ao encerrar em Lisboa um colóquio sobre mobilidade social e desigualdades.

Conforme os dados do Eurostat, há 26,5 milhões de pessoas desempregadas nos 27 países – contingente superior a toda a população na Região Sul do Brasil (Censo 2010). Para o sociólogo, parte das demissões ocorre por alterações nas regras de contratação. “Mudam os contratos de trabalho, mas não mudam os contratos das PPPs”, disse se referindo às parcerias público-privadas contratadas entre governos e companhias particulares para a exploração de serviços como concessionários ou de infraestrutura.
Além da inflexão na economia e no plano social, Boaventura assinala transformações políticas, como o esvaziamento do poder decisório dos parlamentos, e dos lugares de “concertação social”, como os portugueses chamam os conselhos e pactos criados para diminuir conflitos entre empresários, trabalhadores e governo. Na opinião do sociólogo, em vez dessas instâncias, se impõe a vontade dos credores externos, como acontece em Portugal, segundo ele, por causa da Troika (formada pelo Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia).

Boaventura Sousa Santos diz que a ação direta da Troika leva à imobilidade do governo e questiona a racionalidade dos cortes dos gastos sociais que estão sendo feitos. Na Assembleia da República, o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, disse que haverá convergência das pensões e aposentadorias de ex-funcionários públicos e ex-empregados privados. O chefe do Executivo português afirmou que não é uma opção ajustar a economia e mudar direitos adquiridos. “O país tem que ajustar”, defendeu
A oposição critica, diz que a medida é inconstitucional, e reclama do governo por tratar a austeridade como inevitável. De acordo com o secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, em menos de dois anos de mandato de Passos Coelho 459 mil empregos foram cortados - quase a metade dos 952,2 mil desempregados contabilizados em março.

OBS: EM PORTUGAL O GOVERNO ESTÁ "CORRIGINDO" A ECONOMIA DO PAÍS, ÁS CUSTAS DA CLASSE TRABALHADORA, CORTANDO GASTOS SOCIAS, CORTANDO  NA SAÚDE, CORTANDO POSTOS DE TRABALHO . O MELHOR AJUSTE SERIA CORTAR OS ALTOS GANHOS DOS DIRIGENTES E DA CLASSE POLÍTICA, POIS ESSES SÃO OS GRANDES CULPADOS DA SITUAÇÃO CAÓTICA EM QUE O PAÍS ESTÁ ENFIADO NO MOMENTO. SE OS RECURSOS VINDOS DA ZONA DO EURO, FORAM EMPREGADOS EM OBRAS EQUIVOCADAS, SE OCORRERAM DESVIOS, QUEM FAZ ISSO É A CLASSE DIRIGENTE. MANTER A CLASSE TRABALHADORA EMPREGADA E REDUZIR OS GANHOS DAS CLASSES DIRIGENTES, MAS PARA ISSO ACONTECER É PRECISO QUE SURJA UMA FIGURA FORTE PROVENIENTE DO CAMPO SOCIAL.
NESSAS HORAS, OS POLÍTICOS SÃO SURDOS E NÃO QUEREM OUVIR O POVO. ESSE CIDADÃO, ESTUDIOSO DAS QUESTÕES SOCIAIS, ESTÁ CORRETÍSSIMO.

 
 




DR. ANTONIO ERMÍRIO DE MORAES, UMA FIGURA LENDÁRIA ENTRE OS EMPRESÁRIOS BRASILEIROS

O crítico de todos os governantes


Biografia explora as relações e as queixas de Antonio Ermírio com os políticos brasileiros


03 de junho de 2013

     
O governo Lula dava seus primeiros passos, em 2003, quando um ícone do empresariado brasileiro, Antonio Ermírio de Moraes, deu sua primeira estocada: "A ideia do Fome Zero é péssima. Deviam estar focados no Desemprego Zero". A meio caminho do governo, outra cobrança: "Se eu tivesse de despachar com 35 executivos, estaria perdido". Antes, atazanava Fernando Henrique Cardoso por privatizar empresas ajudando os compradores com dinheiro do BNDES. Sobre os anos de Fernando Collor, era curto e direto: "Não sou psiquiatra para fazer uma análise dessas".

Esse criador de frases, sonhador e crítico, milionário e mal vestido, é o foco de Antonio Ermírio, Memórias de um Diário Confidencial, livro que o professor José Pastore lança amanhã, pela Editora Planeta. O que vem à tona em 350 páginas é o empresário que, além de abrir fábricas, distribuía provocações e ironias - em especial, tendo políticos como alvo.
Pastore aproveitou 35 anos de amizade e as pilhas de documentos e bilhetinhos que reuniu de Ermírio - afastado da vida pública e do trabalho em consequência de hidrocefalia e mal de Alzheimer - para traçar um perfil que junta "seus valores, seus princípios, suas preferências, suas idiossincrasias e até sua teimosia, seu autoritarismo e suas explosões - em geral seguidas por pedidos de desculpa".
Do menino brincando no Pacaembu, nos anos 30, ao patrão de 60 mil empregados do Grupo Votorantim na década de 90, os capítulos mostram o marido, o pai, o empresário, o político e o dramaturgo. Um homem que montou um império nas áreas de mineração, siderurgia, celulose, cimento, energia e finanças e por fim, um tanto desgostoso, enveredou pelo teatro.
Pastore traz detalhes inéditos da disputa de Ermírio pelo governo paulista em 1986, vencida por Orestes Quércia. Um dos últimos capítulos foi um "não" ao PFL, que ofereceu apoio em troca um terço das secretarias estaduais, todas com porteira fechada.
O livro relata momentos de coragem, como a briga com um alto governante, no regime militar. Brasília pediu-lhe que desmentisse uma crítica. "Não vou desmentir nada. Primeiro prove que estou errado."
O tempo todo Ermírio é mostrado como um homem impaciente, mas que desacredita acreditando. "No Brasil tudo é prioritário, do jogo do bicho à bomba atômica. Não pode dar certo", dizia. Dos maus políticos do Congresso, fazia piada: "O último que sair vai roubar a lâmpada".
A ironia também era voltada para si próprio, como quando um assistente tentava ensiná-lo a usar um editor de textos no computador. "O tempo que vou levar para aprender dá pra construir uma fábrica de alumínio!"



Antônio Ermírio de Moraes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Antônio Ermírio de Moraes
Antônio Ermírio de Moraes
Nome completoAntônio Ermírio de Moraes
Nascimento4 de junho de 1928 (84 anos)
São Paulo, SP
Brasil
NacionalidadeBrasileiro
FortunaAumento US$ 12,7 bilhões (2013)
ProgenitoresMãe: Helena Pereira de Moraes1
Pai: José Ermírio de Morais
OcupaçãoEmpresário (Presidente do Grupo Votorantim)
PrêmiosPrêmio Eminente Engenheiro do Ano, 1979.
Escola/tradiçãoColorado School of Mines, Estados Unidos
Antônio Ermírio de Moraes (São Paulo, 4 de junho de 1928) é um empresário, engenheiro e industrial brasileiro. É presidente e membro do conselho de administração do Grupo Votorantim

 

Biografia

Seu pai, o engenheiro pernambucano José Ermírio de Morais criou o grupo Votorantim, comprando as ações de uma empresa de tecelagem localizada no bairro Votorantim em Sorocaba, São Paulo, que pertencia ao seu sogro, avô de Antônio Ermírio, o imigrante português António Pereira Inácio, diversificando o negócio.2 Sua mãe, Helena Rodrigues Pereira, nasceu em Boituva e teve com José Ermírio, quatro filhos, dos quais Antônio Ermírio foi o segundo.1
Antonio Ermírio nasceu sem um rim e isso o ajudou a lutar toda a vida.3 Formou-se em engenharia metalúrgica em 1949 pela Colorado School of Mines, mesma universidade que o seu pai, José Ermírio, estudou. Casou em 1953 com Maria Regina, com quem passou a lua-de-mel na Europa.
Na década de 1950, sua família foi taxada de louca por querer concorrer com os grandes produtores de alumínio, como Alcan, Alcoa e Vale, fundou a Companhia Brasileira de Alumínio.4 A empresa iniciou suas operações em 1955 produzindo apenas 4 mil toneladas e completou seu cinqüentenário com 400 mil toneladas.4
Em 1956, teve de contrair empréstimos que equivaliam a 16 meses de faturamento, na mesma época sofreu um acidente ao visitar a unidade e, queimado por soda cáustica, ficou um mês de cama - esta experiência ajudou a sedimentar em sua obsessão por conduzir o Grupo Votorantim da forma mais conservadora possível, evitando contrair dívidas.5
Após assumir o grupo, Antônio Ermírio transformou-o em uma multinacional, com a aquisição de uma fábrica de cimento[carece de fontes?] no Canadá. Expandiu o Grupo Votorantim, com mais de 60 mil funcionários6 , atua nas áreas de cimento, celulose, papel, alumínio, zinco, níquel, aços longos, filmes de polipropileno biorientado, especialidades químicas e suco de laranja. 3
Apesar do grupo Votorantim possuir um Banco, Ermírio é um crítico do sistema financeiro e da especulação financeira: 7
“Se eu não acreditasse no Brasil, seria banqueiro.7”
Quando o Banco foi criado não se conformava com o fato dele, ocupando somente um andar e empregando poucos funcionários, ser mais lucrativo do que sua Companhia Brasileira de Alumínio.7 Em relação ao banco Ermírio costuma brincar que a instituição só foi criada "para não pagar os juros cobrados pelo mercado e estabelecidos pelo Banco Central".
Ao mesmo tempo que lida com matérias-primas, Ermírio deu o aval para a criação da Votorantim Ventures, a caçula das empresas do grupo criada há quase quatro anos. A Ventures é um fundo de investimento com trezentos milhões de dólares para investir em áreas tão diversas como biotecnologia, bioinformática, distribuição de MRO, serviços de datacenter e de call center, comércio eletrônico e biodiversidade.
Assim como o pai, aventurou-se na política8 , lançando-se à candidatura ao governo do Estado de São Paulo em 1986 pela União Liberal Trabalhista Social ( PTB, PL e PSC ), ficando em segundo lugar, perdendo para Orestes Quércia, do PMDB, em uma época em que não havia segundo turno). Durante esta experiência ficou chocado com as manobras políticas e fisiológicas, todos que o abordavam pediam cargos para poder ficar sem trabalhar.7
Foi a frustração com a política que o levou a escrever peças teatrais, dizia que "a política é o maior de todos os teatros". 7 É autor de três peças de teatro, duas já lançadas no circuito paulistano 9 : Brasil S.A., Acorda Brasil e S.O.S Brasil. Todas as peças acabaram virando livro, a peça "Acorda Brasil" foi vista por 26 mil pessoas.3 Também escreveu para a Folha de São Paulo uma coluna dominical durante 17 anos.7 O empresário sempre dedicou parte de seu tempo à Sociedade Beneficência Portuguesa de São Paulo10 , uma hora e meia todo dia.3 Também se dedicou à Associação Cruz Verde de São Paulo, à Fundação Antônio Prudente, entre outras organizações não governamentais.2
Em 2001 deixou a presidência do conselho de administração do Grupo Votorantim e entregou o comando do conglomerado aos filhos e sobrinhos.5 Trabalhador incansável, uma combinação de doenças afetaram sua mente e seus movimentos, imobilizando-o numa cama, levando-o a sofrer de hidrocefalia e mal de Alzheimer.7

Resultados e Homenagens

A fortuna pessoal do empresário é estimada em US$ 12,7 bi, o que o torna uma das pessoas mais ricas do mundo 11 .
Pela intensa atividade social e pela trajetória empresarial ascendente, o empresário é um ícone da classe empresarial industrial12 . O currículo exibe ainda o Prêmio Eminente Engenheiro do Ano, mérito reconhecido em 1979. Em 2003 recebeu a Medalha do Conhecimento do Governo Federal.13
Sua família ganhou o destaque do Prêmio Octavio Frias de Oliveira, tanto pela administração do Hospital Beneficência Portuguesa há mais de 50 anos, quanto pela participação no conselho curador e da rede voluntária do Hospital A.C. Camargo e a atuação e ser uma das maiores doadoras da Associação de Assistência à Criança Deficiente.14

Família

Tem 9 filhos, entre eles: Regina de Moraes, presidente da ONG Velho Amigo; Ermírio FIlho.3 Seu filho Carlos Ermírio de Moraes faleceu no dia 18 de agosto de 2011 após lutar durante 4 anos contra o câncer.

OBS: CIDADÃO BRASILEIRO DE ALTÍSSIMO BRILHO, ANTONIO ERMÍRIO, AGORA AFASTADO DAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS, UNIA SEUS CONHECIMENTOS EM METALURGIA COM UM PROFUNDO CONHECIMENTO DE NOSSO CORPO HUMANO. ALÉM DE SUA ATIVÍSSIMA VIDA EMPRESARIAL, ELE AJUDAVA GRACIOSAMENTE A ADMINISTRAR O HOSPITAL DA BENEFICÊNCIA PORTUGUESA EM SÃO PAULO. CHEGUEI A CONHECÊ-LO E CUMPRIMENTÁ-LO, QUANDO FAZIA UMA VERIFICAÇÃO DE ROTINA NO HOSPITAL, EM PLENO "DIAS DAS MÃES", NUM DOMINGO DE 1996 !!!

domingo, 2 de junho de 2013

NOSSOS DEPUTADOS PRECISAM CHAMAR O GOV. ALKMIN A EXPLICAR O SIGNIFICADO DE SUAS DECLARAÇÕES.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O REI DOS PEDÁGIOS PERDEU OPORTUNIDADE DE OURO, PARA FICAR CALADO

Alckmin afirma que faltaria guilhotina para punir corruptos


Governador de São Paulo disse que povo não sabe o que os políticos fazem contra ele

09 de maio de 2013 | 12h 23

SÃO PAULO - Em um evento sobre transparência pública na última quarta-feira, 8, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que iria faltar guilhotina se o povo soubesse o que se passa contra ele.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, durante o lançamento de um programa estadual que auxilia prefeituras a disponibilizar portais de acesso a informações públicas, o tucano afirmou que o "povo não sabe de um décimo do que se passa contra ele". "Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha, para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro", continuou.
Alckmin disse ainda que há 'controle zero' sobre casos de corrupção. Ele também afirmou que políticos e autoridades públicas enriquecem e aumentam o seu patrimônio e nada acontece com elas. "E o coitado do honesto é execrado. É desolador."
Segundo a reportagem, as críticas do governador foram gerais, sem serem direcionadas a uma esfera do Poder ou a um partido político.
Participaram do evento representantes do Ministério Público de São Paulo e da Corregedoria-Geral do Estado, órgãos que costumam ser responsáveis por combater a corrupção.

OBS:1- FIGURAS DAS ESTATURA DE ROBESPIERRE, DANTON E MARAT QUE FORAM PASSADOS NA GUILHOTINA, DURANTE A REVOLUÇÃO FRANCESA. ENQUANTO A HISTÓRIA NOS MOSTRA ESSAS FIGURAS DE ALTO BRILHO, NOS DIAS DE HOJE, TEMOS UMA INFINIDADE DE POLÍTICOS MEDÍOCRES. ESSAS AFIRMAÇÕES DE ALKMIN, MERECE UMA CPI. VAMOS VER AGORA, COMO SE COMPORTAM OS DEPUTADOS DCE NOSSA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.
 
OBS:2- NOSSOS DEPUTADOS PRECISAM CRIAR CORAGEM E CONVOCAR O GOV. A SE EXPLICAR. AFINAL A GUILHOTINA FOI A MARCA DA REVOLUÇÃO FRANCESA. SE ELE DIZ QUE NOSSO POVO É ENGANADO E EXPLORADO, TEM QUE SE EXPLICAR. NÃO SÓ A NÍVEL ESTADUAL, MAS TAMBÉM A NÍVEL FEDERAL. ESSE GOVERNADOR É POSSUIDOR DE UMA IMENSA MEDIOCRIDADE. FALAR ESSAS COISAS E NÃO TER CORAGEM DE AGIR, É VERGONHOSO.

OS ESTADOS UNIDOS TAMBÉM PRECISAM DERRUBAR SUAS BARREIRAS COMERCIAIS


Biden diz que comércio com o Brasil deveria ser ampliado em cinco vezes


Vice-presidente dos EUA afirmou ser preciso derrubar barreiras e dar mais garantias a investidores


31 de maio de 2013
 
Vera Rosa, O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira, 31, que espera ver o comércio com o Brasil, hoje na casa dos US$ 100 bilhões por ano, multiplicado em cinco vezes. Em declaração à imprensa no Palácio Itamaraty, ao lado do vice-presidente Michel Temer, Biden afirmou que é preciso derrubar as barreiras de comércio entre os dois países e dar mais garantias aos investidores.
 
Ed Ferreira/Estadão
Michel Temer recebe Biden em Brasília
"Não há razão para que a maior economia do mundo e a sétima economia mundial não possam multiplicar por cinco vezes o comércio bilateral", destacou Biden. O vice-presidente americano se reuniu com Temer após se encontrar com a presidente Dilma Rousseff. Na conversa foram abordados temas como energia, pré-sal, inovação tecnológica, educação e combate à miséria.
"Vocês subestimaram o profundo impacto que o êxito de vocês teve no mundo nos últimos 15 anos", comentou Biden.
 

Biden definiu Dilma como "uma líder que olha com foco de raio laser para as questões mais importantes para o povo brasileiro" e teceu elogios à presidente, que fará visita de Estado a Washington no dia 23 de outubro. "Agora compreendo porque o presidente Obama acha que a presidente Dilma é uma parceira tão boa",disse o vice-presidente dos EUA.

OBS: NOSSO PAÍS PRECISA EXPORTAR TECNOLOGIA, SEJA EM MANUFATURADOS OU TAMBÉM EM "INTELIGÊNCIA", CASO DA EMBRAPA, E NÃO TER UMA BALANÇA COM PREDOMINÂNCIA EM PRODUTOS PRIMÁRIOS.


GOVERNADOR GAUCHO CONTINUA NO APOIO Á DERRUBADA DOS PEDÁGIOS NA REGIÃO DE FARROUPILHA

Sem pedágio31/05/2013 | 09h04Atualizada em 31/05/2013 | 10h49

Economia de Farroupilha deve ter R$ 52 milhões a mais por ano, afirma Tarso

Promessa de campanha, governador afirma que ato tem caráter simbólico

 


Na manhã desta sexta-feira, a caminho do extinto polo de pedágio em Farroupilha, em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha, o governador Tarso Genro afirmou que nesta manhã foi cumprida uma meta de governo.

— Esse ato tem uma atuação simbólica. É um pedágio em zona residencial, uma agressão à população local. Cumprimos uma meta de governo. São R$ 52 milhões por ano que serão injetados na economia microrregional, do pedágio de Farroupilha, que vai aumentar o volume de vendas no comércio local — afirmou.



Tarso salientou também que as empresas cumpriram a decisão judicial e deixaram as praças normalmente. O governador afirmou, ainda, que irá cobrar a devolução dos valores cobrados pelas empresas desde março, quando começou a disputa.

A manutenção de serviços básicos, como ambulância e guincho, devem ser discutidos entre o governo e as concessionárias, mas Tarso afirmou que a Brigada Militar dará suporte no que não puder ser mantido pelas empresas nesse período de transição.

Segundo o governador, o governo federal virá ao Estado para discutir as ações que podem ser tomadas em relação aos pedágios em vias federais. A união, segundo Tarso, está realizando uma revisão do sistema de pedágios, reorganizando e procurando dar maiores responsabilidades às empresas.

— Nós não temos interesse em manter um processo judicial por 10 ou 20 anos. Queremos é ajustar isso, Não estamos defendendo interesse de um governo. Queremos defender os interesses do povo do Rio Grande do Sul — completou..

Entenda como será a distribuição das praças de pedágio:


Ver Praças de pedágio com cancelas levantadas num mapa maior
 
OBS: NOSSOS DIRIGENTES SÃO ELEITOS PARA, FICAR AO LADO DO POVO. EM INDAIATUBA TEMOS UM CASO ESPECIAL. TALVEZ TENHAMOSA A PRAÇA DE PEDÁGIO MAIS CARA DO BRASIL. NO ENTANTO O DIRIGENTE ESTADUAL E O MUNICIPAL,TÃO DO LADO DOS EXPLORADORES (LEIA-SE "RODOVIAS DAS COLINAS"). É PRECISO FAZER HISTÓRIA. ROMPER COM ESSE ESBULHO É ESTAR DO LADO DO POVO.

sábado, 1 de junho de 2013

TARSO GENRO, DÁ BELO EXEMPLO AO POVO DE SÃO PAULO.

Tarso: "Nós não temos nada contra a parceria público-privada, mas ela tem de trazer retorno"

Em ato político na praça de Farroupilha, que teve cancelas erguidas, governador criticou privatizações

Tarso: "Nós não temos nada contra a parceria público-privada, mas ela tem de trazer retorno" Roni Rigon/Agencia RBS
 
Políticos discursam em palanque improvisado na paraça de Farroupilha Foto: Roni Rigon / Agencia RBS
Foi com um discurso veemente e críticas à participação de setores da iniciativa privada em serviços públicos que o governador Tarso Genro se manifestou na manhã desta sexta-feira, no ato que marcou o levantamento das cancelas da praça de pedágio de Farroupilha, na ERS-122, no polo de Caxias do Sul.
— A luta contra as privatizações tomou outra forma com o governo Lula, experiência que assumimos no Rio Grande do Sul. Na Europa, as privatizações levaram à crise — afirmou Tarso.

Depois, o governador amenizou as críticas à iniciativa privada:

— Nós não temos nada contra a parceria público-privada, mas ela tem de trazer retorno e priorizar o aspecto público.
Além da praça de Farroupilha, outras nove tiveram a cobrança extinta nos polos de Caxias e Lajeado nesta sexta-feira. No entanto, em quatro pontos localizados em rodovias estaduais, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) voltará a cobrar tarifas. Foi a consolidação da primeira vitória do governo na disputa judicial das concessionárias, que, até então, estavam se mantendo nas praças com suporte de liminares.
Lideranças da sociedade também comemoraram o ato, caso de Juarez Colombo, presidente da Associação dos Usuário de Rodovias do Rio Grande do Sul (Assurcon).
— Há 15 anos lutávamos contra esse modelo de pedágio. Não somos contra o pedágio, mas a tarifa não era módica e o retorno foi pequeno. Os investimentos nas rodovias não passavam de 10% a 12% do arrecadado — avaliou Juarez.
Ele manifestou ter boa expectativa com o trabalho da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), que, a partir da próxima semana, assumirá quatro praças em rodovias estaduais que pertenciam aos polos de Lajeado e Caxias. A estatal, que já adminstra os pedágios de Portão, Campo Bom e Coxilha, herdará mais sete praças ainda entregues à iniciativa privada até o final do ano.
— Sempre defendemos o modelo público. Esperamos resultados positivos da EGR. Acreditamos que ela poderá investir até 70% da sua arrecadação em rodovias. Mesmo com o baixo fluxo de alguma rodovias estaduais, haverá dinheiro para a manutenção e também para ampliações — apostou o líder da Assurcon.

OBS: NO ESTADO DE SÃO PAULO, PRECISAREMOS ELEGER EM 2014, UMA NOVA FORMA DE SE GOVERNAR O ESTADO MAIS RICO DA FEDERAÇÃO. PRECISAREMOS DE UM GOVERNADOR, QUE NÃO COMA NO COCHO DAS CONCESSIONÁRIAS, NÃO CRIE CONDIÇÕES DE EXPLORAÇÃO NAS PRAÇAS DE PEDÁGIOS, COMO TEMOS EM TODAS AS RODOVIAS ENTREGUES Á SANHA EXPLORADORA DAS EMPRESAS QUE OBTIVERAM O "DIREITO" DE EXPLORAR AS NOSSAS RODOVIAS ESTADUAIS. PARABÉNS AOS COMPANHEIRO TARSO GENRO, GOVERNADOR DO RIO GRANDE DO SUL, QUE NOS DÁ UM BELÍSSIMO EXEMPLO. VIDA LONGA AOS GOVERNADORES DO PARTIDO DOS TRABALHADORES.