quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Alexandre Padilha governador - Biografia

Infância: Testemunha do Ativismo Solidário

14 de setembro de 1971
Alexandre Rocha Santos Padilha nasceu na capital paulista em 1971, no ano em que seus pais foram forçados a se separar, fugindo do Regime Militar. Seu pai Anivaldo exilou-se em países como Chile, EUA e Suíça. Sua mãe Macileia, na época estudante de Medicina, preferiu ficar e viveu por quase três anos na clandestinidade.
Padilha morou com a mãe em diferentes bairros de São Paulo, em Belo Horizonte e Maceió.

1975: Padilha aprendeu a ler e escrever aos quatro anos de idade, ajudado pelo avó, Anita Padilha, para poder enviar cartas ao pai. Muitas vezes, Padilha se comunicava com o pai por fitas cassetes, que amigos levavam e traziam. Foi assim que ele ouviu, pela primeira vez, a voz de Seu Anivaldo e dos irmãos mais novos, filhos do segundo casamento de seu pai.

1980: Somente aos 8 anos de idade, depois da Lei da Anistia, Alexandre Padilha pôde abraçar o pai pela primeira vez.

1986: Padilha saiu do Butantã para morar em uma casa no Campo Limpo, construída pela Dra. Leia junto com seu segundo marido, Felisbino Chaves. Nos fins de semana, Padilha costumava acompanhar a sua mãe no trabalho voluntário que ela prestava em um posto de saúde do bairro.

Adolescência: líder de movimentos inovadores

1988
Alexandre Padilha foi um adolescente batalhador. Aos 17 anos, Padilha filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e ingressou na Faculdade de Medicina da Unicamp e, desde o início do curso, participou dos movimentos políticos estudantis. Ainda no primeiro ano da Faculdade de Medicina da Unicamp, já liderava a luta contra o elitismo do ensino médico. Participou do movimento que alterou a grade curricular do curso: as aulas práticas, antes restritas ao quinto e ao sexto anos, passaram a acontecer já no primeiro semestre do curso.

1989: Tornou-se presidente da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) e em seguida do DCE da Unicamp. Como líder estudantil, ajudou a criar a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico. O movimento reestruturou o ensino médico brasileiro.

Na mesma época, Padilha também cuidava da criação das secretarias da Juventude do PT e participava das primeiras campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República.

Juventude: A semente do Programa Mais Médicos.

1989
Padilha também participou de grandes mudanças na saúde pública: a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), a humanização do tratamento manicomial, a integração da universidade com indústria e a inovação tecnológica, a criação de cursos de extensão para levar o serviço médico universitário a comunidades carentes.

Ainda em 1989, foi membro da coordenação nacional das campanhas à presidência da República de Luiz Inácio Lula da Silva.

De 1991 a 1993: Padilha assume a coordenação do Diretório Central de Estudantes da Unicamp e vira membro do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo.

 1992: Ajudou a fundar a primeira Secretaria da Juventude do PT no Estado de São Paulo. Assumiu a direção e discutiu políticas para a juventude junto aos sindicatos e às primeiras prefeituras eleitas pelo PT.

1994: Foi membro da coordenação nacional das campanhas à presidência da República de Luiz Inácio Lula da Silva.

1997
Diplomou-se em Medicina pela Unicamp e ingressou na pós-graduação da USP. Fez especialização em Infectologia. Médico recém-formado, ele trocou a estabilidade de um emprego via concurso no Hospital das Clínicas pela ousadia de criar e coordenar um núcleo da USP na região amazônica.

Entre 2000 e 2004
Durante a especialização, Alexandre Padilha foi convidado pela Universidade de São Paulo (USP) para participar, em Santarém no Pará, da montagem do Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP.

O núcleo funcionava recebendo estudantes e médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em pequenas comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas combatendo a malária e outras epidemias, entre elas a tribo Zo’é, que estava quase dizimada pela malária e pneumonia. Alexandre Padilha se revezava entre o Pará e São Paulo. Na capital paulista, assumiu a supervisão técnica do ambulatório de Doenças dos Viajantes do Hospital das Clínicas.

2004: No primeiro mandato do Governo Lula, assumiu o cargo de diretor de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Ao assumir a Funasa, Alexandre Padilha aumentou a supervisão sobre os gastos do órgão e implantou a política de intercâmbio com universidades brasileiras.

De 2005 a 2006: Alexandre Padilha é chamado para integrar a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Torna-se responsável pelo mapeamento das demandas estaduais e municipais levadas ao Governo Federal por governadores, prefeitos, deputados e vereadores.

O Ministro mais Jovem!

2009
Com apenas 38 anos, assumiu o Ministério das Relações Institucionais. O mais jovem ministro dos governos Lula e Dilma construiu consensos entre prefeitos, governadores, parlamentares e a sociedade organizada e ajudou a estruturar e aprovar programas: PAC, Minha Casa Minha Vida, Bolsa-Família e marco regulatório do Pré-sal. Também atuou na elaboração e aprovação de leis como o Fundeb, Estatuto da Igualdade Racial, Lei de Consórcios Públicos, Lei das PPPs, Lei Nacional de Saneamento e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.

2012
Nomeado ministro da Saúde pela presidenta Dilma Rousseff, Padilha enfrentou rapidamente problemas que até então pareciam impossíveis de resolver. Começou a gestão realizando uma pesquisa que revelou que para acelerar o acesso à saúde, a rede pública precisava contratar mais médicos.

Para acelerar o atendimento na rede pública, revolucionou com o programa Mais Médicos, atraindo profissionais brasileiros e estrangeiros a unidades de saúde no interior e nas periferias. Hoje, mais de 45 milhões de brasileiros são cobertos pelo Mais Médicos. São Paulo foi o estado que mais pediu e recebeu médicos: são 2.187 profissionais, atendendo 7,5 milhões de paulistas, que atuam na atenção básica em 345 municípios.

Outro problema que Padilha encarou foi o difícil acesso a remédios e vacinas no Brasil. Ampliou a Farmácia Popular via convênios com farmácias particulares. Com as PDPs estimulou a fabricação mais barata de novos medicamentos pela transferência de tecnologia farmacêutica privada para laboratórios públicos.

2013
Incorpora a vacina contra o Papilomavírus humano (HPV), utilizada na prevenção de câncer de colo do útero, como um serviço do SUS. Em abril 2014, meninas entre 11 e 13 anos idade recebem a primeira dose.

Padilha criou vários programas para aumentar o número de médicos nas regiões carentes.

Programa de valorização do profissional da atenção básica (provab): bolsa de 10 mil reais e bônus de 10% de pontuação em provas de residência para médicos recém-formados que trabalhem em unidades de saúde de municípios de interior e periferias.


SAMU: Durante sua gestão, a população coberta pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192) passou de 122,9 milhões (2010) para 140,4 milhões (2013). A quantidade de municípios com acesso ao serviço aumentou em 38%, passando de 1.992 (2010) para 2.741 (2013).


 
O Candidato do PT ao Governo de São Paulo

15 de julho de 2014
Alexandre Padilha lançou oficialmente sua candidatura pelo Partido dos Trabalhadores ao governo do Estado de São Paulo. O ministro que mais inovou nas Relações Institucionais da República; o médico que estudou e trabalhou nas comunidades mais pobres e distantes; o ministro da Saúde que implantou o programa Mais Médicos; que, desde jovem, participou da vida democrática do Brasil, vai devolver o Estado de São Paulo ao ritmo dos paulistas!

Lula disse recentemente: “Eu nunca vi um candidato estar tão lá em baixo nas pesquisas e estar tão empolgado pra fazer campanha, como o Padilha!”

E esse tem sido o ritmo da campanha de Padilha. Incansável, está nas ruas todo o dia. É um candidato carismático, que tem discurso, mas também tem prática! Que uniu os petistas paulistas e que tem muita capacidade de elevar o estado de São Paulo ao nível que ele merece!

Fonte: www.padilha13.pt

 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Agricultura Familiar e Reforma Agrária - Governos Lula e Dilma

Agricultura Familiar e Reforma Agrária
Mais de um terço da população brasileira vive em 89% dos municípios que contam com área rural. 
A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2009) registrou que População Economicamente Ativa, que realiza atividades na área agrícola, é de 15,7 milhões e, destas, 12 milhões em regime de economia familiar, agregadas em cerca de 4,3 milhões de unidades familiares, correspondendo a 24% da área ocupada. 
A agricultura não familiar, patronal e/ou empresarial, está presente em 809 mil estabelecimentos, que correspondem a 76% da área ocupada (dados do Censo Agropecuário 2006).
O modelo de desenvolvimento sustentável dos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma reduziu as desigualdades sociais, regionais e entre o campo e a cidade. 
As cadeias de agricultura familiar representam 10% do PIB brasileiro. Trata-se de um setor estratégico para o País e um dos pilares do projeto nacional de desenvolvimento econômico e social. 

Plano Safra da Agricultura Familiar provoca revolução no campo
Responsável por 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa, a agricultura familiar tornou-se, com o presidente Lula e a presidenta Dilma, setor estratégico para o desenvolvimento do País. O cenário no campo, que, nos governos anteriores, era de concentração de terras, dívidas e empobrecimento, mudou significativamente com a chegada de Lula à Presidência. Os agricultores familiares passaram a contar com políticas integradas de crédito, assistência técnica, comercialização, seguro e garantia de preço. Criado pelo presidente Lula em 2003, o Plano Safra da Agricultura Familiar, a cada ano, disponibiliza volume maior de recursos e agrega novos avanços, transformando permanentemente o setor.
O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) já existia, mas 76% dos estabelecimentos familiares não tinham acesso a ele. O presidente Lula e a presidenta Dilma levaram o PRONAF ao Brasil inteiro e multiplicaram por mais de dez vezes o volume de crédito, que saltou de R$ 2,2 bilhões em 2002/2003 para R$ 24,1 bilhões em 2014/2015.
Importante ressaltar que os avanços do PRONAF, desde o primeiro ano do primeiro mandato do presidente Lula, foram fruto de intensas negociações entre o governo federal e as entidades que representam o setor, como Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf Brasil), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
Fortalecida, a agricultura familiar contribuiu para reduzir a pobreza e para promover o crescimento sustentável do País. Os dados do IBGE demonstram que a redução das desigualdades sociais no meio rural foi mais acelerada do que nas áreas urbanas. Este resultado é consequência imediata das políticas públicas implementadas desde 2003.

 Lula e Dilma assentam 771 mil famílias em 51 milhões de hectares para fins de reforma agrária
Símbolo da democratização da terra e do aumento de oportunidades de trabalho e renda no campo, mas considerada um tabu pelos conservadores, a reforma agrária ganhou um impulso histórico durante os governos do presidente Lula e da presidenta Dilma.
Os dois juntos promoveram um número recorde de assentamentos, segundo dados do Incra: 771 mil famílias receberam o título de propriedade de terras nos últimos 12 anos, mais da metade do total de beneficiados em toda a história da reforma agrária no Brasil.
Foram criados 3.902 assentamentos em todos os estados da federação, somando 51 milhões de hectares, o equivalente a 56% de todas as terras já disponibilizadas para a reforma agrária na história do País.
Os assentados passaram a contar com crédito, assistência técnica, construção e reforma de moradias, abertura de estradas, instalação de água e luz elétrica, sementes de alta qualidade genética, garantia de venda da produção e ampliação dos níveis de escolarização, entre outros benefícios. Estão conquistando o direito de plantar, colher e viver com dignidade

 Dilma investe na qualificação dos assentamentos
No governo da presidenta Dilma, os procedimentos para obtenção de terra foram simplificados. As portarias de criação de novos assentamentos passaram a conter o cronograma de investimentos de programas como Minha Casa Minha Vida e Luz para Todos. Pela primeira vez, a população rural foi contemplada com um programa habitacional específico, Minha Casa Minha Vida Rural, que beneficiou, na primeira fase, 180 mil famílias. O programa Água para Todos permitiu que o número de domicílios rurais com acesso à água canalizada passasse de 53% em 2001 a 74% em 2012 e está levando cisternas para 750 mil famílias. O programa Luz para Todos fez com que 97% dos domicílios rurais tivessem acesso à energia elétrica, enquanto que em 2001 eram somente 78%.
A liquidação das dívidas ficou mais fácil, com descontos de até 80%. Portaria de 2013 possibilita a renegociação dos débitos de 947 mil famílias assentadas, 200 mil do PRONAF. Elas voltam ao sistema de crédito produtivo, mobilizando oito milhões de hectares para a produção de alimentos.

 A assistência técnica, que já beneficia 349 mil famílias, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), será estendida a outras 100 mil até o final de 2014. 
Também em 2014, foi criada a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural - ANATER. Com ela, os agricultores terão apoio para incorporar novas tecnologias e aumentar a produtividade. Assim, haverá uma maior integração entre a inovação e a pesquisa desenvolvida pela Embrapa e a assistência técnica e extensão rural. O investimento do governo federal em assistência técnica em 2014 é de R$ 1,1 bilhão, sendo que em 2002 se investia apenas R$ 56 milhões.

 A estimativa é a de que em cinco anos cada família assentada gere um valor de produção equivalente a dois salários mínimos mensais. A ordem é: terra para quem precisa, cada vez mais rápido e com mais segurança.

 Outra grande inovação foi a criação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que permite aos agricultores familiares e às suas organizações econômicas, associações e cooperativas, a comercialização direta de seus produtos. Mais de R$ 5,6 bilhões em produtos da agricultura familiar foram adquiridos e destinados a atender populações em insegurança alimentar, bem como a equipamentos públicos de saúde, educação e assistência social. O Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE) passou a comprar da agricultura familiar, gerando oportunidades de mercado para os agricultores, produtos mais frescos e mais saudáveis na alimentação escolar e dinamizando as economias locais com geração de emprego.

 Em 2013, foi lançado o programa Brasil Agroecológico. Com ele, o governo federal estimula os agricultores a produzirem, de forma sustentável e sem uso de agrotóxicos, alimentos mais saudáveis para os consumidores.

 A presidenta Dilma levou o Programa de Aceleração do Crescimento ao campo brasileiro, buscando garantir infraestrutura adequada para o acesso das comunidades e escoamento da produção. O PAC Equipamentos está recuperando as estradas vicinais e assegurando recursos hídricos, especialmente no semiárido brasileiro - já disponibilizou 18.071 máquinas para 5.071 municípios, o que representa um investimento de R$ 4,9 bilhões.

 
Autonomia das mulheres no campo
Desde 2003, são implementadas políticas de efetivação da cidadania e garantia dos direitos econômicos das mulheres rurais. Dentre as iniciativas, destacamos algumas que buscam fortalecer a inserção econômica das trabalhadoras rurais: a titulação conjunta obrigatória na reforma agrária e na Declaração de Aptidão ao Pronaf, o Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural, a criação das linhas de crédito PRONAF Mulher e o Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais. Além disso, a presença das mulheres nos canais de participação e controle social foi ampliada desde as instâncias territoriais até a conquista inédita da paridade na 2ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável. A partir de 2011, com os compromissos assumidos pela presidenta Dilma na Marcha das Margaridas, tiveram início as Ações de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres do Campo e da Floresta, que leva os serviços especializados da rede de atendimento às mulheres em situação de violência também para a zona rural.

 Juventude rural fortalecida
O estímulo à permanência da juventude nas áreas rurais ocorre por meio de medidas específicas de acesso à terra, tanto na reforma agrária como no Programa Nacional de Crédito Fundiário. A destinação de pelo menos 5% dos lotes vagos nos assentamentos da reforma agrária para os filhos e filhas de assentados cria condições reais de posse e uso da terra para a juventude. Outra importante medida de estimulo à sucessão rural ocorre pelo Programa Nacional de Crédito Fundiário, que garante condições diferenciadas de acesso à terra pela juventude rural, além de permitir a negociação de áreas entre herdeiros. O governo da presidenta Dilma promoveu o avanço nas políticas de estimulo à organização econômica e produtiva da juventude rural, com ampliação do crédito Pronaf Jovem, assistência técnica e extensão rural específica e incentivo à transição agroecológica com ações de formação. 

Direitos para comunidades e povos tradicionais
A efetivação dos direitos territoriais das comunidades quilombolas teve avanços significativos nas áreas destinadas, bem como no processo de negociação e participação em mesas de diálogo permanentes. Parte da estratégia do etnodesenvolvimento das comunidades e povos tradicionais é a disponibilização de assistência técnica e extensão rural específica para estas populações, visando à qualificação dos processos produtivos e ao incremento da renda.

domingo, 21 de setembro de 2014

Voto na DILMA sim!

·        Sim pelo Prouni.
·        Sim pelo Reuni.
·        Sim pelo Pronatec.
·        Sim pelo Pronaf.
·        Sim pelo Programa de construção de Cisternas.
·        Sim pelo Minha Casa, Minha Vida.
·        Sim pelo Luz Para Todos.
·        Sim pelo Água Para Todos.
·        Sim pelo Ciências sem Fronteiras.
·        Sim pelos Institutos Federais.
·        Sim pela redução do desemprego a menos de 5%.
·        Sim pelo pagamento da dívida com o FMI.
·        Sim pela inflação cortada pela metade.
·        Sim pelos 30 milhões de pessoas que não passam mais fome.
·        Sim pelos 50 milhões de pessoas que agora tem consulta médica;
·        Sim pela redução de 20% nas internações em hospitais, como efeito do Mais Médicos.
·        Sim pelo Brasil estar entre as 7 maiores economias do mundo.
·        Sim pelas 18 Universidades Federais construídas.
·        Sim pelas 370 escolas técnicas construídas.
·        Sim para que o Brasil sombrio de 12 anos atrás não volte mais.
·        Sim pela autonomia da Polícia Federal.
·        Sim pelos mecanismos de combate à corrupção, como a Controladoria Geral da União;
·        Sim pelos investimentos em mobilidade urbana e ampliação dos Portos e Aeroportos.
·        Sim pelo aumento dos investimentos no programa Bolsa Família.
·        Sim pelo Pré-sal e melhores dias na Educação e Saúde.
·        Sim pelo Brasil ser o segundo país exportador de alimentos do planeta terra.
·        Sim por sermos o primeiro país exportador de soja, café, açúcar, suco de laranja, carne bovina e de frango.
·        Sim pelo Brasil ser a 4º maior indústria naval e o 4º maior produtor de cimento do mundo.
·        Sim pelo Brasil ser o 7º maior produtor de veículos e o 2º maior produtor de energia hidrelétrica.
·        Sim pelo Brasil ser o 1º Produtor de etanol e o 3º de Biodiesel.
·        Sim pelo Brasil ser o 3º maior mercado de computadores pessoais e o 5º em telefone celular.
·        Sim pelo Brasil ser o 4º maior em usuários da internet.
·        Sim pelo Brasil ser a 4º maior força de trabalho - 104 milhões.
·        Sim pelo Brasil ser o 7º maior mercado de consumo do mundo.
·        Sim pelo Brasil ser o 5º país de destino de investimentos estrangeiros.
·        Sim porque num cenário de crise mundial, onde muitos países estão quebrando, DILMA não só manteve as conquistas do LULA, como não mexeu nas conquistas e direitos dos trabalhadores!
·        Sim pelo Brasil ser um país de OPORTUNIDADES para todos, onde se pode planejar a vida, a aquisição de bens, uma viagem, estudar numa faculdade, adquirir seu automóvel, investir na lavoura, sonhar e realizar a ampliação do próprio negócio...

Enfim, um país onde as pessoas, sejam elas de quais classes sociais, podem viver melhor!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cultura - Governos Lula e Dilma

Com Lula e Dilma, políticas públicas reconhecem e apoiam dimensão estratégica da Cultura para o país

        Mais brasileiros produzindo e conquistando cada vez mais acesso a bens culturais. Este é o resultado dos 12 anos de governos Lula e Dilma, que legaram ao Brasil, pela primeira vez na história, uma autêntica política de Estado para a cultura.  O orçamento cresceu de R$ 276,4 milhões em 2002 para R$ 3,27 bilhões em 2014.
        Três Conferências Nacionais de Cultura garantiram voz ativa à sociedade civil. Mais de  4 mil pontos de cultura brotaram pelo país afora, fomentando a expressão cultural das comunidades. Mais e melhores bibliotecas públicas foram semeadas pelos quatro cantos do Brasil.
Reconhecendo a grandeza e a complexidade cultural do país, novas diretrizes foram tomadas. A democratização do acesso a bens, equipamentos, produtos e serviços culturais, a descentralização, a regionalização e a interiorização de políticas, além do reconhecimento da cultura como parte relevante da economia brasileira foram alguns dos eixos que passaram a nortear as ações do poder público.

Cultura mais viva e mais forte
            O que era bom a gente já melhorou. Criado por Lula em 2004,  o Programa Nacional de Promoção da Cidadania e da Diversidade Cultural (Cultura Viva) agora é Política de Estado. Isso garante a continuidade das ações do programa, independente das alternâncias de gestão na administração pública.
Sancionada por Dilma em 2014, a Política Nacional de Cultura Viva  tem como principal objetivo a ampliação do acesso da população brasileira aos seus direitos culturais, mediante o fortalecimento das ações de grupos culturais já atuantes na comunidade.
Os principais instrumentos de aplicação da nova Lei são os Pontos de Cultura (entidades culturais sem fins lucrativos que desenvolvem ações culturais continuadas nas comunidades locais); os Pontões de Cultura (espaços culturais ou redes regionais e temáticas que articulam os Pontos de Cultura) e o Cadastro Nacional de Pontos e Pontões de Cultura (composto pelos grupos que desenvolvem ações culturais e possuem certificação dada pelo Ministério da Cultura).

Os objetivos da Política Nacional de Cultura Viva são:
·         Garantir o pleno exercício dos direitos culturais aos cidadãos brasileiros, dispondo-lhes os meios e insumos necessários para produzir, registrar, gerir e difundir iniciativas culturais;
·          Estimular o protagonismo social na elaboração e na gestão das políticas públicas da cultura;
·         Promover uma gestão pública compartilhada e participativa, amparada em mecanismos democráticos de diálogo com a sociedade civil;
·         Consolidar os princípios da participação social nas políticas culturais;
·         Garantir o respeito à cultura como direito de cidadania e à diversidade cultural como expressão simbólica e como atividade econômica;
·         Estimular iniciativas culturais já existentes, por meio de apoio e fomento da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
·         Promover o acesso aos meios de fruição, produção e difusão cultural;
·         Potencializar iniciativas culturais, visando à construção de novos valores de cooperação e solidariedade, e ampliar instrumentos de educação com educação;
·         Estimular a exploração, o uso e a apropriação dos códigos, linguagens artísticas e espaços públicos e privados disponibilizados para a ação cultural.

 
Palavra do Lula

Para que todos possam mostrar sua arte e sua cultura

“A Conferência Nacional da Cultura teve a participação de mais de 220 mil pessoas nos municípios e nos estados, até chegar à Conferência Nacional. (...) São pessoas envolvidas com música, com teatro, com cinema, com arte, que estão dispostas a contribuir para que o Brasil tenha uma política de cultura nacional, para que o dinheiro público possa ser nacionalizado, para que as estados mais pobres recebam ajuda do governo, para que os artistas dos estados mais pobres tenham oportunidade de aparecer e de mostrar o seu trabalho.”

Palavra da Dilma

Popularizar é tornar acessível!

“Popularizar a cultura implica ampliar e oferecer e tornar disponível todos os instrumentos para isso. E, sem dúvida nenhuma, nós temos certeza que o Vale-Cultura vai ser um instrumento dessa popularização e do acesso.”

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Segurança - Governos Lula e Dilma

Com Lula e Dilma, Brasil multiplica investimentos e muda o foco da política de segurança pública. Compare:
·        Em 2002: R$ 3,73 bilhões;
·         Em 2014: R$ 7,95 bilhões.

Esse foi o salto no volume de recursos investidos pelo governo federal em segurança pública.

 
       Mas a distância entre a nova política de segurança implantada por Lula e Dilma e o velho modelo imposto pelos governos anteriores vai muito além do total dos investimentos. Lula e Dilma mudaram o foco, atuando não apenas em repressão, mas também na prevenção ao crime.
As diferenças entre os dois modelos ficam claras, por exemplo, no desempenho da Polícia Federal. Antes, além de sucateada, a PF era impedida de atuar em situações que envolvessem aliados do governo tucano. Com Lula e Dilma, a Polícia Federal ganhou mais recursos e autonomia. Outras diferenças marcantes: a implantação do conceito de segurança com cidadania e a atuação do Estado junto às populações mais vulneráveis, sobretudo jovens da periferia.

Parceria com estados e municípios substitui política de lavar as mãos e empurrar com a barriga

         No lugar da repressão pura e simples, a prevenção ao crime. Em vez de lavar as mãos com o argumento de que a segurança é obrigação dos governos estaduais, um governo federal empenhado na construção de parcerias e no apoio a estados e municípios. Foi assim que Lula e Dilma mudaram o foco das políticas de segurança a partir de 2003 e, simultaneamente, ampliaram os investimentos em segurança pública.
         Nestes 12 anos, o governo federal foi parceiro constante dos governos estaduais tanto nas ações estruturantes, como no Rio de Janeiro e Alagoas, quanto em situações de emergência, a exemplo do que aconteceu em São Paulo, Bahia, Goiás, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

 
Palavra do Lula

Segurança é responsabilidade de todos!

“Eu até chego a pensar que aqui em São Paulo o crime organizado tem uma força quase de uma organização política. Isso demonstra o fracasso da política de segurança imposta pelo governo do estado. Porque aqui no Brasil, diferentemente de outras partes do mundo, a segurança é da responsabilidade dos estados. Mas é um problema que eu acho que a gente não deve transferir responsabilidade. É de todo mundo. É minha, é da Dilma, é do governador, é do prefeito, é do cidadão comum, todos nós precisamos assumir a responsabilidade, porque esse é um mal que prejudica o nosso país. E sobretudo prejudica jovens pobres, e a grande maioria negros, da periferia do nosso querido país."

Palavra da Dilma

Ninguém ganha a guerra contra o crime sozinho!

“No PAC 2, nós criamos toda uma linha de investimento em infraestrutura, para assegurar saúde, educação, lazer etc. E ao mesmo tempo entramos com ações que chamamos de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Você entra, ocupa o território e faz ações também com as mães, as chamadas mulheres da paz ou mães da paz, e protege também os jovens. Você tem que transformar um território em guerra num território de paz. (...) A parceria com os estados é crucial. Ninguém combate o crime sozinho. Você só combate o crime se articular governo federal, governo estadual e municipal. Se não, você não ganha [a guerra]".

 Palavra do Povo

Sidney Argolo, líder comunitário em Salvador/BA

“Quando estamos vivos, nós estamos presos. Quando não estamos presos, estamos mortos. E isso é um diagnóstico que ultrapassa os índices brasileiros e até mundiais. Isso muito nos preocupa.”

 André Lopes, morador do Salgueiro, Rio de Janeiro (RJ), sobre o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável (Protejo)

“No início, o Protejo (projeto social) era cada um por si e Deus por todos. Hoje, a gente fala que é uma família. Se eu caísse agora, seria por falta de vergonha na cara. Safadeza. Porque agora eu tenho apoio. Tenho com quem contar.”

Solange Nery, moradora da comunidade de Batan/RJ

“Eu sempre gostei de morar na minha comunidade, só que antes da UPP chegar aqui eu não gostava muito porque a gente era oprimida pelo tráfico. Era uma coisa muito ruim, as crianças não podiam sair na rua, saíam até oito horas da noite, oito horas da noite estavam todas dentro de casa. Tinha tiroteio, violência, gente fazendo coisa errada na rua, a gente vivia muito oprimida. A UPP chegou na nossa comunidade e mudou tudo, mudou a história do bairro. O bairro agora está muito bom, tem hidroginástica para a terceira idade, esporte para as crianças, natação para as crianças, futebol...”