Programa de TV divulga a campanha “Separe o Lixo e Acerte na Lata”
Publicado em 31 de agosto de 2011 por ascom
O programa, Globo Comunidade do dia 21 de agosto teve como tema, a campanha do Governo Federal, Separe o Lixo e Acerte na Lata, que pretende sensibilizar o cidadão a separar o lixo. Foi mostrado um vídeo institucional da campanha e a jornalista da emissora, Marina Franceschini, destacou que o objetivo é preparar a população para a coleta seletiva em todos os municípios brasileiros e transformar os resíduos em fontes de riqueza para o País e de renda para os brasileiros.
Representando o Ministério do Meio Ambiente, a gerente de Resíduos Perigosos, Zilda Veloso, explicou como fazer a separação do lixo seco do lixo úmido. Segundo ela, não só governo deve se mobilizar, mas a população também.
O programa mostrou também como a sociedade tem lidado com essas questões do descarte de resíduos. Enquanto alguns transformam o lixo em fonte de trabalho e de renda outros ainda não descobriram onde descartá-lo.
Por fim foi mostrado o problema do descarte de lixos perigosos ao meio ambiente (pilhas, baterias e celulares). O programa mostrou as opções atuais para este descarte e a gerente de Resíduos Perigosos, Zilda Veloso, explicou que a logística reversa, prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) está estabelecendo a responsabilidade de cada um (importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes) no processo de recolhimento deste material.
OBS: AO ANDARMOS NAS RUAS DA CIDADE, NOS BAIRROS, NA BEIRA DAS ESTRADAS, PODEMOS VER O DESCASO DE MUITAS PESSOAS QUE, JOGAM SACOS PLÁSTICOS, GARRAFAS DE REFRIGERANTES, QUE NA PRIMEIRA CHUVA LEVARÃO ESSE MATERIAL PARA OS CÓRREGOS E ENTUPIRÃO OS BUEIROS. A MELHORIA NO COMPORTAMENTO DOS CIDADÃOS, É TAREFA DOS ADMINISTRADORES.
Este é o blog do PT de Indaiatuba. Um espaço para a nossa militância se informar e compartilhar experiências!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
ESTUDOS DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE
CIDADES SUSTENTÁVEIS
O trabalho de Cidades Sustentáveis insere-se no Projeto Internacional de Cooperação Técnica para a melhoria da gestão ambiental urbana no Brasil - BRA/OEA/08/001, celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e a Secretaria-Geral da Organização dos Estados Americanos - SG/OEA.
Os conteúdos previstos neste trabalho, o qual está sendo desenvolvido por meio de consultoria técnica contratada, referem-se ao Objetivo Imediato 2: fortalecimento das Políticas vinculadas à Gestão Ambiental Urbana no âmbito da Política Nacional de Meio Ambiente.
Levantamento do Estado da Arte na temática de Cidades Sustentáveis
O levantamento da arte do estado da arte na temática de Cidades Sustentáveis tem por objetivo fortalecer as políticas vinculadas à Gestão Ambiental Urbana no âmbito da Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA. Os principais aspectos ambientais que deverão ser tratados são:
O produto conterá o estado da arte, nacional e internacional, no que diz respeito à terminologia "Cidades Sustentáveis", abordando também terminologias correlatas como cidades saudáveis e cidades ecoeficientes. Apresentará, ainda, um levantamento dos principais programas e projetos relacionados ao tema no âmbito do Governo Federal, e um levantamento das principais ações em execução pelo terceiro setor (entidades representativas da sociedade civil organizada) no que se refere aos aspectos que integram o conceito de "Cidades Sustentáveis".
Elaboração de Diretrizes Ambientais para o Desenvolvimento de Cidades Sustentáveis no Brasil
As ações relacionadas com o desenvolvimento de "Cidades Sustentáveis" ainda são modestas, considerando-se a dimensão e o grau de urbanização presentes do Brasil. Algumas cidades brasileiras se destacam pela criatividade de algumas medidas na busca de soluções pontuais, entretanto resta ainda um planejamento mais amplo para a cidade como um todo ou medidas que ultrapassem os limites geográficos da cidade, dependendo do porte dos impactos causados.
A partir do levantamento do estado da arte e de uma análise crítica de experiências exitosas, de iniciativa de governos locais, na temática de Cidades Sustentáveis, o produto conterá uma Proposta Consolidada de Diretrizes Ambientais para o Desenvolvimento de "Cidades Sustentáveis" no Brasil, de forma que possa ser repassada para os municípios e demais entidades responsáveis pela gestão urbana no nível local.
OBS: É PRECISO APERFEIÇOAR AS TÉCNICAS DE RECOLHA, SELEÇÃO E APROVEITAMENTO DO LIXO URBANO EM NOSSA CIDADE. MUITO IMPORTANTE TAMBÉM É HIGIENIZAR OS CONTENTORES DE LIXO EM PERÍODOS CURTOS; A CADA 15 DIAS ESSE TRABALHO DEVERIA SER FEITO. PODE-SE FAZER ISSO, USANDO CAMINHÃO PIPA COM BOMBA E, USANDO SOLUÇÃO COM DETERGENTE, EFETUAR ESSE SERVIÇO, LAVANDO OS CONTENTORES.
O trabalho de Cidades Sustentáveis insere-se no Projeto Internacional de Cooperação Técnica para a melhoria da gestão ambiental urbana no Brasil - BRA/OEA/08/001, celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e a Secretaria-Geral da Organização dos Estados Americanos - SG/OEA.
Os conteúdos previstos neste trabalho, o qual está sendo desenvolvido por meio de consultoria técnica contratada, referem-se ao Objetivo Imediato 2: fortalecimento das Políticas vinculadas à Gestão Ambiental Urbana no âmbito da Política Nacional de Meio Ambiente.
Levantamento do Estado da Arte na temática de Cidades Sustentáveis
O levantamento da arte do estado da arte na temática de Cidades Sustentáveis tem por objetivo fortalecer as políticas vinculadas à Gestão Ambiental Urbana no âmbito da Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA. Os principais aspectos ambientais que deverão ser tratados são:
O produto conterá o estado da arte, nacional e internacional, no que diz respeito à terminologia "Cidades Sustentáveis", abordando também terminologias correlatas como cidades saudáveis e cidades ecoeficientes. Apresentará, ainda, um levantamento dos principais programas e projetos relacionados ao tema no âmbito do Governo Federal, e um levantamento das principais ações em execução pelo terceiro setor (entidades representativas da sociedade civil organizada) no que se refere aos aspectos que integram o conceito de "Cidades Sustentáveis".
Elaboração de Diretrizes Ambientais para o Desenvolvimento de Cidades Sustentáveis no Brasil
As ações relacionadas com o desenvolvimento de "Cidades Sustentáveis" ainda são modestas, considerando-se a dimensão e o grau de urbanização presentes do Brasil. Algumas cidades brasileiras se destacam pela criatividade de algumas medidas na busca de soluções pontuais, entretanto resta ainda um planejamento mais amplo para a cidade como um todo ou medidas que ultrapassem os limites geográficos da cidade, dependendo do porte dos impactos causados.
A partir do levantamento do estado da arte e de uma análise crítica de experiências exitosas, de iniciativa de governos locais, na temática de Cidades Sustentáveis, o produto conterá uma Proposta Consolidada de Diretrizes Ambientais para o Desenvolvimento de "Cidades Sustentáveis" no Brasil, de forma que possa ser repassada para os municípios e demais entidades responsáveis pela gestão urbana no nível local.
OBS: É PRECISO APERFEIÇOAR AS TÉCNICAS DE RECOLHA, SELEÇÃO E APROVEITAMENTO DO LIXO URBANO EM NOSSA CIDADE. MUITO IMPORTANTE TAMBÉM É HIGIENIZAR OS CONTENTORES DE LIXO EM PERÍODOS CURTOS; A CADA 15 DIAS ESSE TRABALHO DEVERIA SER FEITO. PODE-SE FAZER ISSO, USANDO CAMINHÃO PIPA COM BOMBA E, USANDO SOLUÇÃO COM DETERGENTE, EFETUAR ESSE SERVIÇO, LAVANDO OS CONTENTORES.
NOSSA EMBRAPA TEM ALTA TECNOLOGIA NO CAMPO.
SUMÁRIO DE TOUROS CANCHIM, MA E CHAROLÊS
Edição Outono/2010
INTRODUÇÃO
Este documento que apresenta os resultados da 17ª avaliação nacional de touros Canchim, da 16ª avaliação nacional de touros MA, da 11ª avaliação nacional de touros Charolês e da nona avaliação nacional de touros 5/8Charolês-Zebu, é fruto da parceria entre a Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN) e a Embrapa, via seu programa Geneplus (Programa Embrapa de Melhoramento de Gado de Corte) por intermédio da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (FUNDAPAM).
Esta avaliação foi conduzida utilizando-se dados relacionados a pesos, perímetros escrotais, notas de conformação frigorífica, escores de qualidade de pelagem e de umbigo e idades ao parto das progênies dos referidos touros, obtidos a partir do arquivo zootécnico da ABCCAN.
Com base nestes dados, foram calculados os pesos à desmama (210 dias) e ao sobreano (420 dias), os perímetros escrotais à desmama e ao sobreano e o peso da mãe à desmama de sua cria, além de considerar ainda o peso ao nascer, as idades ao primeiro e ao segundo parto, as notas de conformação frigorífica à desmama e ao sobreano, e os escores de qualidade de pelagem e de umbigo à desmama.
Foram preditas as diferenças esperadas na progênie (DEPs), tanto para o efeito direto quanto para o efeito materno, quando pertinentes. Nesta oportunidade participaram da avaliação 4.289 reprodutores da raça Canchim, 162 MA, 630 da raça Charolesa e 167 touros 5/8Charolês-Zebu.
Muitos dos touros desta relação poderão não mais estar disponíveis, mesmo assim, foram mantidos todos os animais para a avaliação global. Na versão informatizada (CD-ROM), é possibilitado o uso de filtros considerando touros ativos a partir de dado ano, bem como em função das acurácias associadas a cada uma das DEPs apresentadas.
Vale esclarecer que o número de filhos não constituiu razão para exclusão de qualquer touro na análise.
OBS: O BRASIL DESENVOLVEU SUA TÉCNICA AGRÍCOLA E PASTORIL, APOIADO NAS PESQUISAS DESSA PODEROSA EMPRESA DO GOVERNO, QUE AGORA ATUA EM MUITAS PARTES DO MUNDO, COM ESPECIAL ATENÇÃO NA ÁFRICA, PARA AJUDAR A ERRADICAR A FOME NESSE CONTINENTE.
Edição Outono/2010
INTRODUÇÃO
Este documento que apresenta os resultados da 17ª avaliação nacional de touros Canchim, da 16ª avaliação nacional de touros MA, da 11ª avaliação nacional de touros Charolês e da nona avaliação nacional de touros 5/8Charolês-Zebu, é fruto da parceria entre a Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN) e a Embrapa, via seu programa Geneplus (Programa Embrapa de Melhoramento de Gado de Corte) por intermédio da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (FUNDAPAM).
Esta avaliação foi conduzida utilizando-se dados relacionados a pesos, perímetros escrotais, notas de conformação frigorífica, escores de qualidade de pelagem e de umbigo e idades ao parto das progênies dos referidos touros, obtidos a partir do arquivo zootécnico da ABCCAN.
Com base nestes dados, foram calculados os pesos à desmama (210 dias) e ao sobreano (420 dias), os perímetros escrotais à desmama e ao sobreano e o peso da mãe à desmama de sua cria, além de considerar ainda o peso ao nascer, as idades ao primeiro e ao segundo parto, as notas de conformação frigorífica à desmama e ao sobreano, e os escores de qualidade de pelagem e de umbigo à desmama.
Foram preditas as diferenças esperadas na progênie (DEPs), tanto para o efeito direto quanto para o efeito materno, quando pertinentes. Nesta oportunidade participaram da avaliação 4.289 reprodutores da raça Canchim, 162 MA, 630 da raça Charolesa e 167 touros 5/8Charolês-Zebu.
Muitos dos touros desta relação poderão não mais estar disponíveis, mesmo assim, foram mantidos todos os animais para a avaliação global. Na versão informatizada (CD-ROM), é possibilitado o uso de filtros considerando touros ativos a partir de dado ano, bem como em função das acurácias associadas a cada uma das DEPs apresentadas.
Vale esclarecer que o número de filhos não constituiu razão para exclusão de qualquer touro na análise.
OBS: O BRASIL DESENVOLVEU SUA TÉCNICA AGRÍCOLA E PASTORIL, APOIADO NAS PESQUISAS DESSA PODEROSA EMPRESA DO GOVERNO, QUE AGORA ATUA EM MUITAS PARTES DO MUNDO, COM ESPECIAL ATENÇÃO NA ÁFRICA, PARA AJUDAR A ERRADICAR A FOME NESSE CONTINENTE.
EMBRAPA ENSINA E TRANSFERE TECNOLOGIA AOS HAITIANOS.
Abrigados haitianos aprendem sobre cultura da banana com a Embrapa (19/08/2011)
“A experiência foi um ‘barato’, maravilhosa! Não tenho sequer palavras para explicar, e nunca vou esquecer o que aprendi no Brasil. Conseguimos aproveitar bastante e vamos aplicar o que aprendemos aqui quando voltarmos ao Haiti”.
Foi essa a opinião entusiasmada do estudante de administração e filho de agricultores Simon Matador sobre o curso de cultura da banana promovido pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) na quarta e quinta-feira (17 e 18). Natural de Jacmel, no sudeste do país, Simon foi um dos 36 abrigados haitianos que participaram da capacitação.
Os haitianos buscaram abrigo no Brasil após o grande terremoto que devastou seu país em 2010, e foram acolhidos no assentamento Moacyr Wanderlei, no povoado Quissamã, em São Cristóvão, na Grande Aracaju. Nos últimos meses, eles vêm participando de cursos e treinamentos no campus de São Cristóvão do Instituto Federal de Sergipe (IFS).
Com caderno e caneta na mão, olhos e ouvidos atentos e muitas perguntas feitas em ótimo português para quem está há pouco tempo no Brasil, os jovens haitianos passaram a quarta-feira no auditório da Embrapa em Aracaju. Foi o momento de conhecer na teoria os principais aspectos fitotécnicos do cultivo da banana, como produção de mudas, principais cultivares, plantio, adubação e tratos culturais, pragas e doenças, além de colheita e pós-colheita.
Os pesquisadores da Embrapa Tabuleiros Costeiros Ana Lédo, Leandro Diniz, Adenir Teodoro e Carlos Martins, da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) Aparecida de Araújo, e da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec) Frederico Oliveira fizeram apresentações bem detalhadas sobre a cultura e tiraram todas as dúvidas.
OBS: O GOVERNO BRASILEIRO, ATRAVÉS DA EMBRAPA, AJUDA O POVO DO HAITI A CRESCER COMO NAÇÃO. NÃO É SÓ DAR O PEIXE. TEM QUE ENSINAR A PESCAR. É UMA ÓTIMA FORMA DE ERRADICAR A MISÉRIA DESSE PAÍS CENTRO AMERICANO.
“A experiência foi um ‘barato’, maravilhosa! Não tenho sequer palavras para explicar, e nunca vou esquecer o que aprendi no Brasil. Conseguimos aproveitar bastante e vamos aplicar o que aprendemos aqui quando voltarmos ao Haiti”.
Foi essa a opinião entusiasmada do estudante de administração e filho de agricultores Simon Matador sobre o curso de cultura da banana promovido pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) na quarta e quinta-feira (17 e 18). Natural de Jacmel, no sudeste do país, Simon foi um dos 36 abrigados haitianos que participaram da capacitação.
Os haitianos buscaram abrigo no Brasil após o grande terremoto que devastou seu país em 2010, e foram acolhidos no assentamento Moacyr Wanderlei, no povoado Quissamã, em São Cristóvão, na Grande Aracaju. Nos últimos meses, eles vêm participando de cursos e treinamentos no campus de São Cristóvão do Instituto Federal de Sergipe (IFS).
Com caderno e caneta na mão, olhos e ouvidos atentos e muitas perguntas feitas em ótimo português para quem está há pouco tempo no Brasil, os jovens haitianos passaram a quarta-feira no auditório da Embrapa em Aracaju. Foi o momento de conhecer na teoria os principais aspectos fitotécnicos do cultivo da banana, como produção de mudas, principais cultivares, plantio, adubação e tratos culturais, pragas e doenças, além de colheita e pós-colheita.
Os pesquisadores da Embrapa Tabuleiros Costeiros Ana Lédo, Leandro Diniz, Adenir Teodoro e Carlos Martins, da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) Aparecida de Araújo, e da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec) Frederico Oliveira fizeram apresentações bem detalhadas sobre a cultura e tiraram todas as dúvidas.
OBS: O GOVERNO BRASILEIRO, ATRAVÉS DA EMBRAPA, AJUDA O POVO DO HAITI A CRESCER COMO NAÇÃO. NÃO É SÓ DAR O PEIXE. TEM QUE ENSINAR A PESCAR. É UMA ÓTIMA FORMA DE ERRADICAR A MISÉRIA DESSE PAÍS CENTRO AMERICANO.
MULTI-NACIONAL EM MELHORIA GENÉTICA DE ALIMENTOS, A MONSANTO INVESTE MAIS NO BRASIL
Monsanto retoma melhoramento de alface no Brasil
A partir do ano que vem, empresa desenvolverá pesquisas no País para produzir variedades mais adaptadas ao clima e solo local
Danielle Assalve, da Califórnia (EUA)
31/08/2011
A partir do ano que vem, empresa desenvolverá pesquisas no País para produzir variedades mais adaptadas ao clima e solo local. A Monsanto vai retomar suas pesquisas para melhoramento de alface no Brasil a partir do ano que vem.
“Estamos recomeçando um programa especial para o País e faremos esforço para desenvolver novas variedades adaptadas ao clima e condições brasileiras. Nosso foco serão as alfaces americana e crespa”, diz William Waycott, pesquisador responsável pelo melhoramento do produto na Seminis, divisão de hortaliças e vegetais da companhia americana.
Atualmente, os estudos de alface para o Brasil estão concentrados principalmente em unidades nos Estados Unidos. Segundo Waycott, a vantagem de pesquisar e testar novas variedades diretamente no país em que serão comercializadas é conseguir espécies mais resistentes e apropriadas para as condições locais.
“Não temos muito em comum entre Califórnia [EUA] e Brasil. O clima é muito diferente. O tipo de alface que cresce aqui nos EUA não necessariamente vai crescer no Brasil, por isso decidimos retomar o projeto”, afirma. Os estudos serão feitos na unidade de Carandaí, em Minas Gerais. A estação de Uberlândia, no mesmo Estado, também dará suporte ao projeto.
A Seminis, comprada pela Monsanto seis anos atrás, realizava pesquisas para a hortaliça na região de Campinas. Algumas variedades de alface crespa comercializadas hoje no País, como a Amanda e a Solaris, foram desenvolvidas neste centro de pesquisa, desativado por ocasião da integração das operações das duas empresas.
“Fizemos todos os semeios nessa estação de pesquisa e crescemos as plantas, ano após ano, até que conseguimos boas variedades que vendem muito bem no mercado brasileiro até hoje”, diz Waycott.
Já a alface americana Lucy Brown, há quase 15 anos no mercado brasileiro, foi desenvolvida na estação de pesquisa de San Juan Bautista, na Califórnia.
Como é feito o melhoramento?
O melhoramento de plantas consiste em selecionar as sementes com as características desejadas – como resistência a pragas e doenças – e cruzá-las entre si para que produzam novas variedades. O processo é quase tão antigo quanto a própria agricultura.
Para chegar à melhor combinação das características, são milhares de polinizações e cruzamentos todos os anos entre plantas selvagens (como são encontradas na natureza) e domesticadas (variedades usadas comercialmente). O processo pode durar de 3 a 5 anos. A segunda etapa é realização de testes com as sementes no campo, que serão cultivadas e selecionadas por um período que leva de 6 a 8 anos.
“É um processo longo, para uma boa variedade falamos em algo próximo a 12 anos”, diz Waycott. Ainda assim, ele acredita que o esforço e o investimento "valem a pena", porque permite desenvolver uma planta com resistência natural a doenças.
OBS: O BRASIL POR MEIO DA EMBRAPA JÁ FAZ UMA INFINIDADE DE PESQUISAS NO CAMPO DOS ALIMENTOS. A MONSANTO SEGURAMENTE ATUA NESSE SEGMENTO, EM PROXIMIDADE COM A EMBRAPA.
A partir do ano que vem, empresa desenvolverá pesquisas no País para produzir variedades mais adaptadas ao clima e solo local
Danielle Assalve, da Califórnia (EUA)
31/08/2011
A partir do ano que vem, empresa desenvolverá pesquisas no País para produzir variedades mais adaptadas ao clima e solo local. A Monsanto vai retomar suas pesquisas para melhoramento de alface no Brasil a partir do ano que vem.
“Estamos recomeçando um programa especial para o País e faremos esforço para desenvolver novas variedades adaptadas ao clima e condições brasileiras. Nosso foco serão as alfaces americana e crespa”, diz William Waycott, pesquisador responsável pelo melhoramento do produto na Seminis, divisão de hortaliças e vegetais da companhia americana.
Atualmente, os estudos de alface para o Brasil estão concentrados principalmente em unidades nos Estados Unidos. Segundo Waycott, a vantagem de pesquisar e testar novas variedades diretamente no país em que serão comercializadas é conseguir espécies mais resistentes e apropriadas para as condições locais.
“Não temos muito em comum entre Califórnia [EUA] e Brasil. O clima é muito diferente. O tipo de alface que cresce aqui nos EUA não necessariamente vai crescer no Brasil, por isso decidimos retomar o projeto”, afirma. Os estudos serão feitos na unidade de Carandaí, em Minas Gerais. A estação de Uberlândia, no mesmo Estado, também dará suporte ao projeto.
A Seminis, comprada pela Monsanto seis anos atrás, realizava pesquisas para a hortaliça na região de Campinas. Algumas variedades de alface crespa comercializadas hoje no País, como a Amanda e a Solaris, foram desenvolvidas neste centro de pesquisa, desativado por ocasião da integração das operações das duas empresas.
“Fizemos todos os semeios nessa estação de pesquisa e crescemos as plantas, ano após ano, até que conseguimos boas variedades que vendem muito bem no mercado brasileiro até hoje”, diz Waycott.
Já a alface americana Lucy Brown, há quase 15 anos no mercado brasileiro, foi desenvolvida na estação de pesquisa de San Juan Bautista, na Califórnia.
Como é feito o melhoramento?
O melhoramento de plantas consiste em selecionar as sementes com as características desejadas – como resistência a pragas e doenças – e cruzá-las entre si para que produzam novas variedades. O processo é quase tão antigo quanto a própria agricultura.
Para chegar à melhor combinação das características, são milhares de polinizações e cruzamentos todos os anos entre plantas selvagens (como são encontradas na natureza) e domesticadas (variedades usadas comercialmente). O processo pode durar de 3 a 5 anos. A segunda etapa é realização de testes com as sementes no campo, que serão cultivadas e selecionadas por um período que leva de 6 a 8 anos.
“É um processo longo, para uma boa variedade falamos em algo próximo a 12 anos”, diz Waycott. Ainda assim, ele acredita que o esforço e o investimento "valem a pena", porque permite desenvolver uma planta com resistência natural a doenças.
OBS: O BRASIL POR MEIO DA EMBRAPA JÁ FAZ UMA INFINIDADE DE PESQUISAS NO CAMPO DOS ALIMENTOS. A MONSANTO SEGURAMENTE ATUA NESSE SEGMENTO, EM PROXIMIDADE COM A EMBRAPA.
AMAZÔNIA BRASILEIRA PRECISA DE INVESTIMENTOS PARA ELEVAR O PADRÃO DE VIDA DE 25 MILHÕES DE HABITANTES.
Jamil Chade,
correspondente de O Estado de S.Paulo
GENEBRA
É a miséria, e não falta de tropas ou de um novo sistema de radares, que está transformando a Amazônia em uma das principais rotas do tráfico internacional de armas e drogas no mundo. A constatação é do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), sigla em inglês.
Para a entidade, o projeto do governo brasileiro de investir R$ 10 bilhões para proteger as fronteiras amazônicas do País tem grande chance de fracassar enquanto a pobreza não for erradicada nas comunidades que vivem na região. Segundo os especialistas, apesar da "paranoia" brasileira sobre o risco de uma suposta invasão da região por potências estrangeiras, a realidade é que o Brasil abandonou a Amazônia, militarmente e principalmente socialmente.
O IISS é um dos principais centros de estudos sobre estratégia no mundo, com sede em Londres, e acaba de publicar um novo levantamento sobre a situação das fronteiras no Brasil. Segundo o estudo, a Estratégia Nacional de Defesa de 2008 foi "incapaz" de conter o tráfico de armas e drogas na Amazônia e acusa o País de ainda ter uma avaliação estratégica "ultrapassada" sobre os riscos que a região enfrenta.
Enquanto o Brasil insiste que o maior perigo é a invasão da Amazônia por outro governo, a realidade é que a floresta já está sendo ocupada por "grupos armados ilegais".
OBS: O GOVERNO BRASILEIRO JÁ INVESTE MUITO NA REGIÃO, COM AS USINAS DO RIO MADEIRA. ESSA É A MAIOR OBRA DO GOVERNO NO PAÍS. GERA MUITOS POSTOS DE TRABALHO E COM O AUMENTO DA GERAÇÃO DE ENERGIA, CERTAMENTE HAVERÁ BOM AUMENTO NA QUALIDADE DE VIDA DOS BRASILEIROS QUE VIVEM NA REGIÃO. É PRECISO TAMBÉM INTENSIFICAR A FISCALIZAÇÃO NOS PAÍSES PRODUTORES DE DROGAS.
correspondente de O Estado de S.Paulo
GENEBRA
É a miséria, e não falta de tropas ou de um novo sistema de radares, que está transformando a Amazônia em uma das principais rotas do tráfico internacional de armas e drogas no mundo. A constatação é do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), sigla em inglês.
Para a entidade, o projeto do governo brasileiro de investir R$ 10 bilhões para proteger as fronteiras amazônicas do País tem grande chance de fracassar enquanto a pobreza não for erradicada nas comunidades que vivem na região. Segundo os especialistas, apesar da "paranoia" brasileira sobre o risco de uma suposta invasão da região por potências estrangeiras, a realidade é que o Brasil abandonou a Amazônia, militarmente e principalmente socialmente.
O IISS é um dos principais centros de estudos sobre estratégia no mundo, com sede em Londres, e acaba de publicar um novo levantamento sobre a situação das fronteiras no Brasil. Segundo o estudo, a Estratégia Nacional de Defesa de 2008 foi "incapaz" de conter o tráfico de armas e drogas na Amazônia e acusa o País de ainda ter uma avaliação estratégica "ultrapassada" sobre os riscos que a região enfrenta.
Enquanto o Brasil insiste que o maior perigo é a invasão da Amazônia por outro governo, a realidade é que a floresta já está sendo ocupada por "grupos armados ilegais".
OBS: O GOVERNO BRASILEIRO JÁ INVESTE MUITO NA REGIÃO, COM AS USINAS DO RIO MADEIRA. ESSA É A MAIOR OBRA DO GOVERNO NO PAÍS. GERA MUITOS POSTOS DE TRABALHO E COM O AUMENTO DA GERAÇÃO DE ENERGIA, CERTAMENTE HAVERÁ BOM AUMENTO NA QUALIDADE DE VIDA DOS BRASILEIROS QUE VIVEM NA REGIÃO. É PRECISO TAMBÉM INTENSIFICAR A FISCALIZAÇÃO NOS PAÍSES PRODUTORES DE DROGAS.
BRASIL CAMINHA PARA O CENTRO DAS ATENÇÕES, NO COMÉRCIO INTERNACIONAL
País não aprendeu a enfrentar novo cenário, diz Pimentel
Segundo ele, pela 1ª vez, existe um único país (China) capaz de produzir qualquer produto manufaturado com preços mais baixos
30 de agosto de 2011
Renata Veríssimo, da Agência Estado
BRASÍLIA - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou nesta terça-feira, 30, que o Brasil ainda não aprendeu a enfrentar a mudança de paradigma industrial que ocorreu no mundo. Segundo ele, pela primeira vez, existe um único país (China) capaz de produzir qualquer produto manufaturado com preços mais baixos que o resto do mundo.
"Não existe nenhum produto industrializado que possa ser produzido a custo mais barato que pelos países asiáticos, liderados pela China. Nós não aprendemos a enfrentar este novo cenário", disse, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para debater a política industrial anunciada no início deste mês.
O ministro afirmou que a crise internacional, que preocupa a todos, é a materialização de mudanças profundas no tecido econômico, social e político das sociedades. Para Pimentel, além da mudança de paradigma industrial, mais dois fatores mudaram o cenário internacional: a mudança do padrão monetário internacional e do padrão de consumo no mundo.
"O dólar ainda é a moeda de troca mundial, mas perde credibilidade dada às sucessivas crises financeiras dos Estados Unidos. Talvez estejamos vivendo os últimos anos com o dólar como moeda de troca internacional", disse. Pimentel lembrou que os chanceleres dos países da América do Sul aprovaram a criação de um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de mecanismo de troca lastreado por moedas locais.
Por fim, Pimentel destacou a mudança do padrão de consumo mundial. Segundo ele, EUA e Europa, que foram campeões de demanda, perderam a capacidade de expansão. "Esta mudança dos mercados de consumo fica mais clara quando vemos que a dinâmica do mundo se dá pelos países emergentes: China, Brasil, Índia e África do Sul. Este início de século 21 mostra esta grande mudança", afirmou.
O ministro disse ainda que há um claro deslocamento do eixo geoeconômico do mundo para o hemisfério sul. "A economia gira abaixo da linha do Equador. Tudo indica que do ponto de vista da política internacional esta mudança também ficará visível", afirmou.
OBS: APÓS ENFRENTAR COM SUCESSO A CRISE INTERNACIONAL DE 2008/2009, TOMANDO MEDIDAS OPOSTAS ÁS QUE FORAM TOMADAS POR ESTADOS UNIDOS E EUROPA, SOB GOVERNO LULA, AGORA O BRASIL SOB DILMA, AVANÇA COM MAIS FIRMEZA E CONFIANÇA.
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