terça-feira, 6 de setembro de 2011

OS INGLESES AFIRMAM QUE SÃO PAULO É UMA CIDADE DO FUTURO. PROBLEMÁTICA E DESAFIADORA

Provincianismo

Há oito anos na pasta de Educação no governo federal – seis deles como ministro –, Haddad acredita que essa experiência, associada à sua participação como chefe de gabinete da Secretaria de Finanças na gestão de Marta em São Paulo, o credencia a fazer uma administração inovadora e alinhada com o governo federal na capital paulistana.

“Os problemas de São Paulo são muito agudos para serem resolvidos de maneira provinciana”, afirma Fernando Haddad, ao defender uma visão ampla e estratégica para fazer com que a “cidade deixe de perder oportunidades”.

Para se tornar o candidato à prefeitura pelo PT, o ministro da Educação terá que vencer desafios antes da eleição. Com apenas 2% das intenções de voto na pesquisa do Datafolha divulgada nesta segunda-feira, dia 5, em que a também pré-candidata Marta lidera em todos os cenários, Haddad está disposto a enfrentar prévias no PT e diz não contar com a desistência de nenhum dos quatro pré-candidatos (Carlos Zarattini e Jilmar Tatto também estão na disputa) para fortalecer seu nome. “Eu penso que haverá (prévias), porque dificilmente os quatro abrirão mão até novembro”, conta.

Nome preferido de Lula para a disputa, mas por muitas vezes citado como um ministro que deixaria o governo Dilma, Haddad diz que tem respaldo da presidenta e valoriza o seu perfil acadêmico em relação ao dos militantes de carteirinha, de quem precisará do apoio no partido para se tornar candidato. Segundo o ministro, não é o único técnico e secretário de governo que foi alçado à condição de ministro por Lula e cita outros nomes como Alexandre Padilha (Saúde) e Orlando Silva (Esporte) para comprovar a tese. Haddad era secretário do ex-ministro Tarso Genro.

Oposição em São Paulo

Se for escolhido candidato, diz que seguirá decisão do PT e será oposição ao atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que vem se aproximando do governo Dilma com seu novo partido, o PSD. Essa posição, no entanto, também será marcada por uma nova visão, na ótica de Haddad.

Diferente de outras disputas eleitorais focadas em questões locais em São Paulo, o ministro pretende mostrar que tem uma postura estratégica diferente do conjunto da administração, mas considera que projetos importantes precisam ser mantidos.

OBS: ELEGER A PESSOA DO PREFEITO DE SÃO PAULO, É PARECIDO COM ELEGER O DIRIGENTE DE UM PAÍS. A IMENSIDÃO DE SÃO PAULO IMPRESSIONA. O PT JÁ GOVERNOU SÃO PAULO POR DUAS VEZES: COM ERUNDINA E COM MARTA. MARTA TEM, POR PESQUISAS, 30% DAS INTENÇÕES DE VOTO DOS PAULISTANOS. MAS É ALTA A REJEIÇÃO Á SUA PESSOA. CASO ELA SEJA ESCOLHIDA E VÁ AO 2º TURNO, A REJEIÇÃO VAI PESAR MUITO. HADDAD NO MOMENTO TEM 2% DAS INTENÇÕES MAS A CAMINHADA AINDA É LONGA. DEVERÁ CRESCER. SUA REJEIÇÃO NO ENTANTO DEVE SER MUITO BAIXA. A CONFERIR.

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