ABH reúne 100 mil e confronto deixa 11 feridos
Ato no entorno do Mineirão foi considerado a maior passeata já realizada na capital mineira
Policiais e manifestantes transformaram o entorno do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, em uma praça de guerra no início da noite deste sábado, durante a maior passeata já realizada em Belo Horizonte. Pelo menos 11 pessoas, sendo cinco policiais e seis manifestantes, ficaram feridos.
Segundo estimativa da Polícia Militar (PM) mineira, cerca de 100 mil pessoas tomaram as ruas da capital, mas o confronto ocorreu apenas com um pequeno grupo que participava do ato com os rostos tampados por máscaras de gás e até capacetes. Há outra manifestação marcada no local no próximo dia 26, quando a seleção brasileira disputará na arena uma das semifinais da competição.
Em SP: Protesto contra PEC 37 em São Paulo vira ato de oposição ao governo DilmaSegundo estimativa da Polícia Militar (PM) mineira, cerca de 100 mil pessoas tomaram as ruas da capital, mas o confronto ocorreu apenas com um pequeno grupo que participava do ato com os rostos tampados por máscaras de gás e até capacetes. Há outra manifestação marcada no local no próximo dia 26, quando a seleção brasileira disputará na arena uma das semifinais da competição.
A confusão deste sábado teve início quando manifestantes chegaram ao cerco montado pela PM na avenida Abrahão Caram, próximo ao Mineirão, onde foi realizado jogo entre Japão e México - apenas para cumprir tabela, pois as duas seleções já estão eliminadas - pela Copa das Confederações. Durante o tumulto, vândalos fizeram barreiras em vias, nas quais atearam fogo, e destruíram e saquearam ao menos uma concessionária que fica no local, na região da Pampulha.
Reação: Hostilizados nos protestos, partidos agora recorrem à bandeira da ética
Estabelecimentos comerciais, agências bancárias e uma faculdade foram depredados por vândalos, que ainda atearam fogo em estruturas das obras do Bus Rapid Transit (BRT) e até mesmo em árvores. A cerca de proteção do campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi derrubada pela segunda vez esta semana e homens do Exército Brasileiro (EB) foram mobilizados para fazer a segurança da instituição.
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Parte das pessoas que participou do protesto seguem de volta em direção ao Centro da cidade, onde foi feita a concentração da manifestação.
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