quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A EUROPA AINDA PATINA EM SUA ATIVIDADE ECONÔMICA, NO CONJUNTO DE SEUS MEMBROS.

Comparação com desemprego na Europa mostra avanços no Brasil
Publicado em 09-Jan-2013

Velho continente tinha 26 milhões de desempregados no fim do ano...
Arrasadores os números do desemprego nos países da zona do euro (17 países), e em toda a Europa (27 países),divulgados nesta 3ª feira (ontem) pelo Escritório Europeu de Estatísticas (EUROSTAT) e que revelam um novo recorde na série histórica desse tipo de levantamento da agência europeia, iniciada em 1999.
O percentual de desempregados na Europa do euro chegou a 11,8% da mão de obra economicamente ativa em novembro pp., uma alta de 0,1 ponto percentual em relação a outubro. A taxa de pessoas sem trabalho nestes 17 países de moeda única aumenta em decorrência da crise financeira provocada pelo aumento da dívida pública na maioria dos Estados-membro. Os países mais afetados, que apresentam os maiores percentuais de desempregados, são os do Sul da Europa.

Os índices alarmantes são uma demonstração, também, do que temos afirmado aqui no blog com insistência: a política de austeridade absoluta, só ela, sem a contrapartida de políticas de retomada do crescimento econômico, não resolve a crise no velho continente.

Pelos dados divulgados agora pelo EUROSTAT, o país da zona do euro em que o percentual de desemprego é mais alto é a Espanha, onde 26,6% da população economicamente ativa (PEA) não têm trabalho. A Espanha é seguida pela Grécia, com 26% de desempregados, conforme os últimos dados revelados por Atenas. Na Grécia, a taxa de desemprego passou de 18,9% a 26% entre setembro de 2011 e setembro de 2012.

Europa tinha mais de 26 milhões de desempregados no fim do ano

Também subiu consideravelmente a taxa de desemprego na ilha de Chipre, onde passou de 9,5% para 14% entre novembro de 2011 e novembro de 2012. As taxas mais baixas registram-se nos países não intensamente afetados pela crise financeira: Áustria (4,5%); Luxemburgo (5,1%); Alemanha (5,4%); e Holanda (5,6%).

Em números absolutos, 18,82 milhões de pessoas estavam sem emprego nos 17 países da zona do euro em novembro pp., 113 mil a mais que em outubro e 2,015 milhões a mais que em novembro de 2011. Mas, o levantamento do EUROSTAST engloba os 27 países da União Europeia (UE), onde a taxa se manteve estável em 10,7% em novembro em relação a outubro.

No total, nos 27 países da UE, 26,061 milhões de pessoas estavam desempregadas, ou seja, 154 mil a mais que em outubro e 2,012 milhões a mais que um ano antes. Comparativamente, nos Estados Unidos a taxa de desemprego era de 7,8% em dezembro. No Japão chegava a 4,1% em novembro.

No Brasil produz-se um fato político extraordinário


Quando se analisa este desemprego e a situação de crise na Europa como um todo, podemos avaliar bem como o Brasil há 5 anos, desde 2008, não apenas sobreviveu criando empregos e ampliando a renda, mas também crescendo e enfrentando seus desafios, melhorando sua infraestrutura e logística, a educação e a inovação, reduzindo os juros, tratando do câmbio e carga tributária.

Sem descuidar de conseguir sempre mais e mais investimentos e melhor gestão pública, bem como dedicar-se ao combate à pobreza e à desigualdade. Num mundo em crise ainda avançamos na integração regional e na exportação de serviços, tecnologia e capitais. Decididamente não é pouco. É, na verdade, um fato politico extraordinário.

OBS:1- TRANSCRITO DO BLOG DO ZÉ DIRCEU.

OBS:2- PRECISAMOS OBSERVAR QUE OS TRABALHADORES EUROPEUS SEMPRE TIVERAM UM PADRÃO DE VIDA E DE RENDA BEM SUPERIORES AOS BRASILEIROS. ELES JÁ PASSARAM PELA FASE EM QUE OS BRASILEIROS ESTÃO PASSANDO AGORA. A DIFERENÇA É QUE NOSSO PAÍS É IMENSAMENTE RICO PELA NATUREZA. TEREMOS A POSSIBILIDADE DE AVANÇAR NO RUMO DO BEM ESTAR SOCIAL, DE FORMA MAIS RÁPIDA DO QUE OS EUROPEUS. OUTRA OBSERVAÇÃO É DE QUE TODA A EUROPA "CABE DENTRO DO BRASIL". TEMOS TERRITÓRIO, TEMOS ABUNDÂNCIA DE ÁGUA. OUTRO FATO É  SOMOS UM PAÍS JOVEM COM MAIS OU MENOS 350 ANOS DE CULTURA, ENQUANTO OS EUROPEUS JÁ TEM MAIS DE MIL ANOS DE CULTURA. COM O CRESCENTE AUMENTO NA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO, AGORA COMEÇANDO A EXPLORAR AS CHAMADAS "CAMADAS DO PRÉ-SAL", O BRASIL É OBSERVADO COM MUITA ATENÇÃO PELOS DEMAIS ATORES DA ECONOMIA GLOBAL.

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